Em busca do tempo reencontrado de Proust
“E logo, maquinalmente, acabrunhado pelo dia tristonho e a perspectiva de um dia seguinte sombrio, levei à boca uma colherada
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Nunca gostei muito de gatos, de repente tudo mudou com a chegada de um gatinho guerreiro… No dia 26 de
Bonjour, foi o meu primeiro cachorro, um Coker de linhagem belga. Seu nome foi inspirado em um guardanapo de um
Como estou em recesso, enviei para O Boletim um vídeo, com respectivo comentário, para preencher, em parte, esta minha ausência.
Que Deus proteja o Brasil, trazendo a todos muita saúde, paz e realizações em 2023. Evoco, nesse início do ano
Este é o meu desejo a todos os leitores e seguidores do Boletim:
“Para tudo há uma ocasião certa, há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu”. (Eclesiastes 3:1) Há sempre
O Muro de Berlim, popularmente conhecido como o “Muro da Verg…”, erguido em torno da cidade de Berlim, em 1961,
“Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o
No dia 19 de abril de 2020, mais de 1000 brasileiros morreram em razão da Covid. Uma voz tenebrosa foi
Já se passaram mais de 100 anos que o TITANIC, construído para ser o mais luxuoso e mais seguro transatlântico
Uma pesquisa da Publishers Association, uma organização voltada para atender editores de livros e periódicos na Inglaterra, revela que filmes
Domingo, 2 de outubro de 2022, o Brasil amanhecerá confiante no fortalecimento dos valores democráticos e na esperança do seu
O estadista britânico Winston Churchill tinha um lema de vida:“Se você está atravessando o inferno, continue caminhando.” Estamos assediados no
E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em
O 7 de setembro de 2022 adquiriu uma extraordinária dimensão histórica, épica, por reunir pela confiança, fraternidade e patriotismo gigantescas
Nos 7 volumes “Em Busca do Tempo Perdido”, Marcel Proust contou com a sua prodigiosa memória para romancear a sua
É o aforismo provocativo de Oswaldo de Andrade no Manifesto Antropófago, de 1928, anunciando a chegada do Modernismo no Brasil,
Camões, no seu célebre soneto “é dor que desatina sem doer”, utilizou um paradoxo, ao reunir, num mesmo verso, duas
Camões, no seu célebre soneto “É dor que desatina sem doer”, utilizou um paradoxo, ao reunir, num mesmo verso, duas