28 de fevereiro de 2024
Colunistas Ilmar Penna Marinho

O silêncio no tempo certo

“Para tudo há uma ocasião certa, há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu”. (Eclesiastes 3:1)

Há sempre um verso bíblico, iluminando o caminho da fé.

Mas, o silêncio sobre as decisões ou as definições que afetam o destino de uma Nação não pode se prolongar Ad infinitum.

Tem seu tempo certo para ser rompido, para não causar maiores inquietações na vida nacional.

Com as duas vitórias do Brasil na Copa a esperança de que o véu do silêncio sobre o futuro do país vai ser levantado para que possa seguir em frente nos seus propósitos de unir os brasileiros no respeito à democracia e às eleições limpas, debaixo do céu protetor de Deus.

O tempo certo da ruptura do silêncio será quando a indignação nacional impugnar o resultado das fraudadas urnas do 2º turno, sob o vergonhoso manto protetor da dupla STF-TSE.

Os Guardiões da Constituição a violaram quando soltaram um ex-presidiário, anularam os seus processos de corrupção e limparam sua Ficha Suja para entronizá-lo de volta ao poder por meio de um sistema eleitoral que oculta as fraudes nas urnas eletrônicas.

Incentivaram a cultura do ódio do consórcio da imprensa para infernizar a gestão do executivo federal.

Perseguiram os apoiadores do Presidente em exercício, invadindo seus lares e empresas e bloqueando as contas bancárias.

Censuraram a liberdade de expressão das patrióticas redes sociais. Sem elas, jamais teria vindo à tona os abusos o ativismo judicial e os atentados à moralidade pública.

Causou um repúdio nacional saber que 5 Togados, metade do Supremo, com régios salários pagos pelo sofrido contribuinte, abandonaram os deveres na Corte para condenarem em palestras autopromocionais no Harvard Club na festiva Nova Iorque, as “antidemocráticas as manifestações” do povo nas ruas lotadas.

Teria sido ocultada a circense viagem internacional do ex-presidiário não diplomado para participar como intruso da COP27, a fracassada conferência do clima da ONU no Egito.

Viajou num jatinho particular do “velho amigo empresário”, condenado pela Lava Jato, cuja delação premiada de RS 200 milhões foi homologada pelo Togado Barroso.

O confronto constitucional se agravou com a denúncia do Relatório do Ministério da Defesa sobre a fiscalização dos militares das urnas de que o Togado Mor do TSE se negou a fornecer “a cópia do código-fonte”, que comprovaria as abundantes fraudes no 2º turno.

O “Presidente ilegítimo“ criticou a participação do Ministério da Defesa, em que os militares abandonaram os deveres exclusivos das Forças Armadas para finalizar um “Humilhante“ relatório e ameaçou indicar um civil para a Pasta da Defesa. “Humilhante” para quem?

Com certeza para a respeitabilidade e a dignidade do cidadão brasileiro e de 58 milhões de eleitores, o bastante para motivar os protestos de multidões de verde amarelo em todo Brasil, principalmente, em frente aos quartéis, imunes a repressões e aventuras policialescas.

Depois que fizeram de tudo para calar o Mito, o seu silêncio nunca fez tanto barulho.

O povo unido, que jamais será vencido, quer ouvi-lo sobre a intolerável enganação do resultado das eleições fraudadas por defensores da ilegalidade e da volta da impune corrupção sistêmica, arruinando o Futuro da Nação brasileira.

O Presidente quebrará o silencio no tempo certo, sob a proteção de Deus, em defesa da verdadeira democracia e da moralidade pública.

Ilmar Penna Marinho Jr

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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