
Uma pesquisa da Publishers Association, uma organização voltada para atender editores de livros e periódicos na Inglaterra, revela que filmes e séries, baseadas em livros, vem atraindo cada vez mais um público maior do que aqueles de roteiros originais.
O romance policial a “Besta de Pasadena” com sua empolgante trama, que entrelaça a lenda do quadro da “A Besta Aprisionada por Mil Anos” da célebre Tapeçaria do Apocalipse ao destino do Brasil, há de ser uma fonte atual de inspiração para um roteiro de filme ou série.
Temos visto que a realidade se assemelha à mais imaginosa ficção ou a um filme de suspense.
O principal personagem do romance é a PresidentA Éris (Deusa do Caos na mitologia grega), que presidiu por anos o Conselho de Administração da maior empresa estatal do país. Ela autorizou a compra fraudulenta de uma sucateada refinaria no Texas, originado uma escalada vergonhosa de corrupção na sociedade de economia mista.
Quem acompanha o contexto nacional pode, por sua conta e risco, associar a Besta Eris à era de desgovernabilidade de uma ex-presidentA, expulsa do Planalto por desmandos fiscais.
Há quem até a imagine no cargo de Chefe da Casa Civil de um ex-presidente, líder do Partido das Trevas.
É preocupante nos defrontar com uma realidade nacional que supera qualquer roteiro de romance policial ou filme.
Nessa prolongada corrida eleitoral, quem disputa a extrema bipolarizada eleição presidencial em dois turnos é nada mais nada menos do que um “descondenado”, um criminoso impune, beneficiário da surreal conspiração de Guardiões da Constituição, que interromperam, ilegalmente, a sua condenação, o soltaram da prisão VIP e purificaram a sua Ficha-suja para credenciá-lo como um elegível candidato presidencial nas eleições de 2022.
As prévias eleitorais mentiram, não previram que os eleitores indecisos não o elegeriam no 1º turno.
Querem vê-lo derrotado no 2º turno para que volte direto para uma prisão comum, de onde nunca deveria ter saído.
O povo, dono do seu destino, não quer que o futuro roteiro de ordem e progresso do Brasil seja protagonizado por um ladrão, que conspurcou a política brasileira e arruinou o país.
30 de outubro será o dia de dar um “Basta!” aos Supremos Togados que com os seus partidarismos ideológicos sonegaram o tenebroso passado da “corrupção sistêmica” dos governos petistas.
Vamos dar um “Basta!” às venais pesquisas eleitoreiras e aos abusos da sórdida imprensa, à espera desesperada da volta das milionárias verbas publicitárias da era lulista.
Essas corjas antidemocráticas perseguem odiosamente o Presidente Bolsonaro e tentam ludibriar 158 milhões de eleitores.
É hora de pôr um fim à vergonha e ao deboche internacional do Brasil de tentar eleger um ex-presidiário corrupto, que admite como presidenciável que “homem vá bater em mulher, mas não dentro de sua casa” e que “pobre precisa da sacadinha do pum” nos imóveis residenciais financiados pela Caixa Econômica.
Chegou a hora de o brasileiro confiar no futuro do Brasil e ser governado por quem conseguiu superar os efeitos perversos da pandemia, reduziu o preço dos combustíveis frente aos estratosféricos preços internacionais e sobretudo beneficiou os mais pobres com rendas de sustentação familiar e recuperou a força de trabalho para milhares de desempregados.
Que Deus proteja o Brasil e o voto verde amarelo dos brasileiros.

