
Antes das duas sucessivas impactantes derrotas no Congresso (a rejeição de Jorge Messias ao STF e a derrubada do veto à dosimetria), o presidente Lula da Silva tinha declarado que gosta de ser presidente e que é gratificante “governar um país em um momento como este”.
Há sete meses do fim do seu mandato, sua maior derrota no Senado foi quando, na sua prerrogativa presidencial de indicar o seu candidato para ocupar uma vaga no STF, seu pedido foi rejeitado por 42 votos a 34.
A única vez que o procedimento de uma indicação presidencial para uma vaga do STF foi rejeitada, remonta a 132 anos da história republicana.
A prioridade presidencial vem sendo as viagens para o exterior com direito a pompas e tapete vermelho, sob a gloriosa justificativa de estar engajado na missão de “pacificar o mundo”, às custas do extenuado contribuinte.
Enquanto isso, a economia nacional é castigada por juros escorchantes para cobrir os altos déficits primários e as reiteradas emissões de Títulos do Tesouro, que já atingiram, em março de 2026, o robusto rombo de R$ 10,4 trilhões, cerca de 80% do PIB.
O pior aconteceu com as famílias brasileiras, cujas dívidas em atraso atingem níveis recordes de 80,4%, em fevereiro de 2026. O mais dramático é a alta taxa de 29% de inadimplências.
Hoje, há 82,3 milhões de brasileiros endividados; isso equivale a 49% dos brasileiros adultos. É muita gente! E então, quando chega a época da eleição, Lula vem com esses programas.
Quando lançou o primeiro Desenrola, os endividados eram 15 milhões. Como a renegociação facilita, as pessoas se endividam mais. Mas não imaginava um salto tão grande. Pensei que o número de endividados havia dobrado, mas não: mais que quintuplicou, quase sextuplicou. O programa abrange quem ganha até R$ 8.105 por mês, e a dívida média é de R$ 6,3 mil – mesmo assim, é dívida que não está sendo paga.
Lula conseguirá aliviar essas dívidas das famílias com o malabarismo do uso do FGTS, justo às vésperas das eleições presidenciais de outubro?
Neste contexto negativo, o total de consumidores, sem condições de quitar o pagamento das dívidas em atraso, subiu para 12,3%.
O governo enfrentará cada vez mais derrotas, diante de uma população majoritária, clamando por “Fora Lula” nas redes sociais, para que o Brasil verde-amarelo volte a crescer, sem as mentiras vermelhas.
O PT poderá arcar com uma vergonhosa votação, em outubro de 2026, por seu líder Lula da Silva não ter cumprido a principal promessa de que a suculenta “picanha” era para todos os seus eleitores.
Que Deus proteja o povo brasileiro.


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