Só é possível Filosofar em alemão
Eu ia escrever sobre a proibição da publicidade do Banco do Brasil, mas aí pintou um “mimimi” mais recente: “Bolsonaro
Eu ia escrever sobre a proibição da publicidade do Banco do Brasil, mas aí pintou um “mimimi” mais recente: “Bolsonaro
Waltinho flanava pela Savassi; serelepe, audaz, lépido e fagueiro, quando dá, de cara e coragem, com o amigo Raul Abujamra
O texto tratado a seguir, de Gabriel de Arruda Castro, da Caceta no Povo, perdão, Gazeta do Povo, desenterrou-me a
A gente somos inútil mesmo! Ôooooo falta do que fazer! Coisa triste, decadência sem elegância usar o domingo para tentar
Eu ia escrever sobre a proibição da publicidade do Banco do Brasil, mas aí pintou um “mimimi” mais recente: “Bolsonaro
Minha adorável, suculenta, misantropa e eremita Adria Castro, qual Zorro e me “marca” aqui no Face; me enviando uma “petite”
A expressão, da qual uso, abuso e lambuzo, “não existe almoço 0800”, tem sua autoria frequente e erroneamente atribuída ao
Não, a Dilma não… Aquilo é canhão! Se ainda fosse canhão de Navarone… Quero é aquele que você fica espetando
“Como é bom poder tocar um instrumento…”, sempre concordei com este verso do Caetano. Até tentei. Na Idade do Bronze,
Calma, idolatradas leitoras, caros leitores! Este título é apenas meu lado publicitário latindo mais alto. Esperei a poeira baixar para
Dias Toffucks! Nunca vi tanto Museu da Tortura, “relíquias e ruínas etruscas”, como vi na Toscana, Itália. Em cada cidadezinha
As milícias no Rio de Janeiro existem há quanto tempo? 20, 30 anos? Mas, para a Globo, aparentemente, elas existem
Nos tempos dos dinossauros de Matusalém, muitos romances, originalmente, eram publicados em capítulos diários, nos jornais. Daí a palavra folhetim,
16 de abril de 2019. Acabo de assistir, ao vivo, o pronunciamento de cinco minutos do presidente da França, Emmanuel
Por incrível que pareça, nunca se falou tanto em censura e liberdade de expressão quanto hoje, em nossa reles democracia.
Vou tentar deixar o “drama” só no título desta crônica. Durante cinco horas, vendo a Notre-Dame de Paris derreter, fiquei
Em e sobre relacionamentos pessoais e amorosos, já cansei de ouvir que as pessoas não mudam. Podem fingir para conquistar,
Correndo o risco de me repetir, vou contar sobre o único dia que, ainda bem, meu pai foi um Canalha,
HOJE, 18 anos sem meu pai, crônica de abril de 2001 jornal O Tempo O pescador de borboletas 200 mil
Hei de fazer cinema, mesmo sendo brasileiro. O caminho inverso feito pelo Arnaldo Jabor. Mas primeiro, vou fazer de conta