São Jorge, me empresta o Dragão, please…
Não, a Dilma não… Aquilo é canhão! Se ainda fosse canhão de Navarone… Quero é aquele que você fica espetando
Não, a Dilma não… Aquilo é canhão! Se ainda fosse canhão de Navarone… Quero é aquele que você fica espetando
“Como é bom poder tocar um instrumento…”, sempre concordei com este verso do Caetano. Até tentei. Na Idade do Bronze,
Calma, idolatradas leitoras, caros leitores! Este título é apenas meu lado publicitário latindo mais alto. Esperei a poeira baixar para
Dias Toffucks! Nunca vi tanto Museu da Tortura, “relíquias e ruínas etruscas”, como vi na Toscana, Itália. Em cada cidadezinha
As milícias no Rio de Janeiro existem há quanto tempo? 20, 30 anos? Mas, para a Globo, aparentemente, elas existem
Nos tempos dos dinossauros de Matusalém, muitos romances, originalmente, eram publicados em capítulos diários, nos jornais. Daí a palavra folhetim,
16 de abril de 2019. Acabo de assistir, ao vivo, o pronunciamento de cinco minutos do presidente da França, Emmanuel
Por incrível que pareça, nunca se falou tanto em censura e liberdade de expressão quanto hoje, em nossa reles democracia.
Vou tentar deixar o “drama” só no título desta crônica. Durante cinco horas, vendo a Notre-Dame de Paris derreter, fiquei
Em e sobre relacionamentos pessoais e amorosos, já cansei de ouvir que as pessoas não mudam. Podem fingir para conquistar,
Correndo o risco de me repetir, vou contar sobre o único dia que, ainda bem, meu pai foi um Canalha,
HOJE, 18 anos sem meu pai, crônica de abril de 2001 jornal O Tempo O pescador de borboletas 200 mil
Hei de fazer cinema, mesmo sendo brasileiro. O caminho inverso feito pelo Arnaldo Jabor. Mas primeiro, vou fazer de conta
Ai de ti, Rio de Janeiro, porque Rubem Braga já tinha feito o sinal da cruz de que é chegada
E somos antes que a terra nos coma, cem gramas, sem dramas. Por que que a gente é assim? Ora
Hoje, domingo, dia 7 de abril de 2019, ganhamos uma aula de censura, jornalismo marrom e desonestidade intelectual total. Foi
Nunca mais voto no Jair! Juro! Palavra de Tigrão! Foi a última chance que dei a um político. Joguei a
Nego, não nego, paro, quando puder! Ou seja, never! Nunca mais, outra vez. “O que não é repetido, resta inédito”
Eu ia me poupar de mais um episódio do fim do mundo; do elogio e da elegia da Besteira. Qualquer
Sim, Simpatia é quase Amor. Mas, para desafinar o coro dos contentes, só pra chatear, só para contrariar, abro os