A dignidade que não rima com liberdade
Mesmo depois de ter trabalhado muito, neste 29 de abril, por causa de mais um feriado, no País dos Feriados,
Mesmo depois de ter trabalhado muito, neste 29 de abril, por causa de mais um feriado, no País dos Feriados,
Eu ia escrever sobre a proibição da publicidade do Banco do Brasil, mas aí pintou um “mimimi” mais recente: “Bolsonaro
Waltinho flanava pela Savassi; serelepe, audaz, lépido e fagueiro, quando dá, de cara e coragem, com o amigo Raul Abujamra
O texto tratado a seguir, de Gabriel de Arruda Castro, da Caceta no Povo, perdão, Gazeta do Povo, desenterrou-me a
A gente somos inútil mesmo! Ôooooo falta do que fazer! Coisa triste, decadência sem elegância usar o domingo para tentar
Eu ia escrever sobre a proibição da publicidade do Banco do Brasil, mas aí pintou um “mimimi” mais recente: “Bolsonaro
Minha adorável, suculenta, misantropa e eremita Adria Castro, qual Zorro e me “marca” aqui no Face; me enviando uma “petite”
A expressão, da qual uso, abuso e lambuzo, “não existe almoço 0800”, tem sua autoria frequente e erroneamente atribuída ao
Não, a Dilma não… Aquilo é canhão! Se ainda fosse canhão de Navarone… Quero é aquele que você fica espetando
“Como é bom poder tocar um instrumento…”, sempre concordei com este verso do Caetano. Até tentei. Na Idade do Bronze,
Calma, idolatradas leitoras, caros leitores! Este título é apenas meu lado publicitário latindo mais alto. Esperei a poeira baixar para
Dias Toffucks! Nunca vi tanto Museu da Tortura, “relíquias e ruínas etruscas”, como vi na Toscana, Itália. Em cada cidadezinha
As milícias no Rio de Janeiro existem há quanto tempo? 20, 30 anos? Mas, para a Globo, aparentemente, elas existem
Nos tempos dos dinossauros de Matusalém, muitos romances, originalmente, eram publicados em capítulos diários, nos jornais. Daí a palavra folhetim,
16 de abril de 2019. Acabo de assistir, ao vivo, o pronunciamento de cinco minutos do presidente da França, Emmanuel
Por incrível que pareça, nunca se falou tanto em censura e liberdade de expressão quanto hoje, em nossa reles democracia.
Vou tentar deixar o “drama” só no título desta crônica. Durante cinco horas, vendo a Notre-Dame de Paris derreter, fiquei
Em e sobre relacionamentos pessoais e amorosos, já cansei de ouvir que as pessoas não mudam. Podem fingir para conquistar,
Correndo o risco de me repetir, vou contar sobre o único dia que, ainda bem, meu pai foi um Canalha,
HOJE, 18 anos sem meu pai, crônica de abril de 2001 jornal O Tempo O pescador de borboletas 200 mil