A Tigresa Dirceu e seus tchutchucas


Eu ia me poupar de mais um episódio do fim do mundo; do elogio e da elegia da Besteira.
Qualquer coisa, arrancar um dente, por exemplo, é mais agradável do que relembrar a baixaria de ontem, dia 3 de abril de 2019, contra o ministro da Economia, Paulo Guedes.
O que nós, infelizes, presenciamos, ontem, ao vivo, pela TV, foi a própria instituição de A Hora dos Ruminantes.
A única surpresa foi testemunhar, como Darwin, a evolução da imbecilidade, da desonestidade, da agressividade, da má-fé, do oportunismo fim de feira e do mau-caratismo que só cresce onde há espaço.
O “gentleman” Paulo Guedes foi jogado aos ratos famintos tentando explicar o óbvio ululante a quem só quer entender o “Lulante”. Foi desperdiçar seu precioso tempo explicitando pérolas aos porcos; mostrando as necessidades da Reforma da Previdência, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Atenção! Comissão de Constituição e Justiça da Câmara!
Ali não tem Comissão, é alcateia; não tem Constituição, tem banca de negócios escusos; não tem Justiça, tem a vitrine do Código Penal; não tem Câmara, tem pocilga.
E peço perdão aos suínos que, de longe, são muito mais limpos e probos. Inclusive, um dos imbecis disse que a Reforma da Previdência, proposta por Paulo Guedes, era como passar perfume em porco. Vejam que quadrúpede; de novo, pedindo mil perdões aos amigos de quatro patas, muito mais úteis, inteligentes e salutares que a maioria naquela comichão travestida de comissão.
Vejam o nível dos inquisidores sem fogueira, o nível da escória: Ivan Valente, Maria do Rosário, José Guimarães, Paulo Pimenta, Henrique Fontana, Clarissa Garotinho, Gleisi Hoffman, Marcelo Freixo, Alessandro Molon; entre outros mentecaptos que, só pela cara e passado recente, deveriam estar atrás das grades, num sanatório ou de costas para um “paredón”.
Mais que raiva, deu vergonha ver esta turba disfarçada de oposição.
A covardia do massacre foi tanta, a bobeira do governo foi tanta; deixando Guedes sozinho, que comecei a rir também sozinho. Paulo Guedes parecia um leão pisoteando um 1.000.000.069 baratas.
De cara, pensei com meu zíper: “Após 14 anos de um ‘governo de, para e pelos trabalhadores’ (sic), do PT; onde esmolas viraram programa de governo e nenhuma reforma aconteceu, vemos um festival de baixarias e agressividade por parte dos deputados do PT, PSOL, etc. Ou seja, fizeram nada quando no poder, roubaram o Brasil e agora, de novo na oposição, voltam à virulência típica da época do PT X Fernando Henrique Cardoso”.
Ri ainda mais porque, agora, o PT não é mais virgem em bordel. E quando Paulo Guedes “adaptando” meu pensamento por telepatia, jogou querosene e água sanitária nas baratas: “Vocês estiveram no governo. Nós estamos há três meses. Vocês tiveram 18 anos, 18 anos no poder e não tiveram coragem de mudar, não pagaram nada, não cortaram dividendos. Vocês estão há quatro mandatos no poder. Por que é que não botaram imposto sobre dividendo? Por que é que deram benefícios para bilionários? Por que é que deram dinheiro para a JBS? Por que é que deram dinheiro para o BNDES?”.
Assistindo de camarote, à vocação para a bandidagem e o ilícito, lembrei outro episódio.
Numa das várias ações da PF, no apartamento de Lula, que não era de Lula, em São Bernardo – se não me engano, uma batida policial ou a condução coercitiva do meliante em 2016 – em questão de minutos, militantes já lá estavam com enormes faixas e cartazes impressos a favor do ex-presidente, atual presidiário. E cartazes bem feitos, caros… Provavelmente egressos de uma daquelas gráficas altamente suspeitas em todas as campanhas do PT.
Na CCJ, agora, aconteceu a mesma coisa. Vagabundos já chegaram à sessão; antes mesmo de Paulo Guedes falar, com pequenos cartazes impressos, ofensivos e caluniosos, que penduravam em seus monitores, em frente às câmeras.
E repito babando de prazer: como são toscos, agressivos e oportunistas os algozes de Guedes!
E como falam errado, como maltratam a língua portuguesa! Basta ouvir o deputado, “advogado”, Gil Cutrim do PDT do Maranhão e José Guimarães do PT do Ceará.
Como alguém, mesmo no Maranhão, pode receber diploma de advogado, grunhindo e açoitando a língua pátria como este “CUtrim”.
E o José Guimarães, então? É aquele de sinistra memória, o dos dólares na cueca, irmão de Zé Genuíno, mostrando-se muito preocupado, segundo ele, com o nordestino que vai perder R$ 9,00 na reforma de Paulo Guedes.
Meu sincero VTnC (vão tomar no cu) a todos.
Pausa para aquele abraço ao Paulo Guedes que foi macho e elegante, quando preciso.
Um cara rico, realizado; que poderia estar levando vida de rei, cheio de princesas em qualquer Paraíso do mundo, mas está aqui, qual um Roberto Campos, antes dele; vingando Roberto Campos, tentando diminuir a vergonha de sermos brasileiros e contemporâneos de petistas.
Mas voltemos e terminemos na lama, como comecei. Deixei o mais nocivo escorpião para o fim. O tal de Zeca Dirceu… O sobrenome explica tudo? Claro que não.
Ninguém é obrigado a ser canalha como o pai, Zé Dirceu. Mas genética e probabilidades são grandes.
Juro que percebi o intento desrespeitoso, mas não entendi o que era “tchutchuca” e “tigrão”.
Fui obrigado a visitar o Google, tadinho de mim!
Então, só uma coisa. Sintam o nível de Zeca Dirceu ao citar tal baixaria, um funk. É a cara dele, a cara do pai dele, do Lula, da Dilma, do PT, PSOL e todos seus asseclas.
Eu por exemplo, gosto de citar Vinicius de Moraes…
Provavelmente eu acharia algo coerente para definir Zeca Dirceu na MPB. Mas ele não entenderia, então vou usar suas língua e cultura: “Que o Tigrão pretinho te pegue no colo e te faça muito carinho, num rala quente, para te satisfazer”, FDP.
PS: E que depois te “jogue no solo e te faça mulher, gemer sem sentir dor”.

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