Devaneio
Sentada à sua frente, olhando-a bem nos olhos, tentando entender o que ela me dizia em três idiomas: letoniano, alemão
Sentada à sua frente, olhando-a bem nos olhos, tentando entender o que ela me dizia em três idiomas: letoniano, alemão
Eu falo sozinha. É verdade: falo sozinha mesmo. Isso, no século passado (escrito assim parece uma eternidade, mas passa rapidinho)
Deslizamento de terra nos morros em Campos do Jordão e morte de moradores, inclusive crianças e bebê. Estava na cara
Estou lendo um livro que se chama Vidas Desperdiçadas – é um clássico que trata da sustentabilidade e do futuro.
Acho interessante o número de obrigações que a gente tem e como todos se esquecem que também somos… idosos! E,
“Uma andorinha não faz verão.” Mas, mamãe bem-te-vi, moradora da árvore vizinha à nossa casa, acaba de fazer… a primavera,
Eu tinha 19 anos quando passei a morar sozinha e, desde então, frequento as feiras livres das imediações. Quando eu
Ontem, durante o dia, subi e desci toda a extensão da Avenida Rebouças de ônibus – 3,3 quilômetros – e
Falava-se de karaokê, de quem gostava de ir, quem se empolgava e, depois de um tempo, já se travestia de
Imagem: Arquivo Google – foto de Hilneth Correia Durante um período, tive a sensação de que todas as notícias fossem
Hoje, fui a uma palestra que prometia “Equilíbrio Emocional para Mediadores e Conciliadores: Cultivando estabilidade em meio aos Conflitos”. Como
Ouço, meio desligada, sobre um pai que estuprava sua própria filha desde que ela tinha 4 anos. Preso em flagrante,
Tenho evitado ver muitos noticiários, ler opiniões e assistir a arranca-rabos porque tudo anda numa mesmice tediosa: a agressividade das
Andei – e ando ainda – meio cheia dessa coisa tão desagradável que é não existir meio termo, não existir
Ouço no rádio – meu romance com esse meio de comunicação é antigo e eterno – e fico sabendo de
Mais uma semana “de férias” – e não estamos todos compulsoriamente de férias com esse país em frangalhos que nos
Tem sido um exercício de civilidade não sair chutando portas, xingando em altos brados esse presidente que acerta raramente e
Tenho tomado sustos homéricos com o que eu chamaria de ausência completa de ética ou, mais especificamente, de humanidade. A
Na família, temos o hábito de chamar de dinossauros aqueles membros mais velhos, representantes de uma época que não existe
Hoje, todos somos blasés. Tudo o que aparecer nós já teremos visto em nossa telinha particular do celular. Fomos até