O último Marlon Brando em Paris
Marlon Brando (1924-2004), tinha nada de brando. Pelo contrário. Ator maravilhoso; era também um ogro, selvagem, vulgar e obsceno. Um
Marlon Brando (1924-2004), tinha nada de brando. Pelo contrário. Ator maravilhoso; era também um ogro, selvagem, vulgar e obsceno. Um
Os muito bobos alegres que me perdoem, mas Tristeza é fundamental. Hoje e um lindo dia para falar de Tristeza.
O rio é o Sena, em Paris, onde eu gosto de beber vinho às margens ou em qualquer uma de
E ai? Onde vocês vão passar o Réveillon? Sim, idolatradas e queridos. Perceberam que 2019 já foi para o limbo
Chuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuupa Darwin e Malícia no País das Maravilhas! Ninguém supera o Brasil! São tantas emoções! Mas, a melhor da semana,
Hoje na seção e sessão “O Mundo Cada Dia Mais Chato”, a França de Brigitte Macron quer punir manifestações racistas
Como severo protetor das minorias, dos frascos e comprimidos, mais uma vez desafio o coro dos contentes e containers e
Pela primeira vez tenho orgulho do Brasil e vergonha de ser jornalista; realmente é a “segunda profissão mais antiga do
Confesso que fiquei decepcionado com este 7 de Setembro. O presidente Bolsonaro garantiu que seria uma maravilha. Como acredito em
Vamos ver se entendi. Ano passado, depois de ler as pesquisas do Datafolha, dizendo que ele perderia para todo e
Porque é o melhor canal da TV brasileira, o Arte1 deve ter quase zero de audiência. Tão Brasil! Entre excelentes
Este negócio da Internalização da Amazônia… O Petróleo é Nosso… A Amazônia é nossa… Que canseira! As Pirâmides são do
Este, talvez, seja o maior título com que batizei uma crônica. Faltaram nomes, com certeza. O título veio na esteira
Eu estava me guardando para quando o carnaval chegasse, com mais de mil palhaços no salão. Há anos eu guardava
Gosto muito do Nelson Motta. Um cara sempre alto astral, inteligente, culto, bem informado. Escreve muito bem, compõe; sempre foi
“E, mesmo assim, estarei sempre pronta para esquecer aqueles que me levaram a um abismo. E mais uma vez amarei.
Como muitos parisienses nunca treparam na Torre Eiffel, muitos cariocas não abraçaram o Cristo Redentor e muitos americanos não penetraram
Como cantava a banda Os Paralamas do Sucesso, “Meteram poesia na bagunça do dia a dia, onde devia e não
A usina hidrelétrica de Itaipu – que como acabamos de descobrir, pagava o turismo de alguns ministros do STF –
Bebi querosene com Bombril, perdi-me em devaneios lúbricos com Paula Rousseff e concluí: bater na própria mãe é tão feio