28 de maio de 2022
Walter Navarro

O Rio, o Ayrton e a Mega


O rio é o Sena, em Paris, onde eu gosto de beber vinho às margens ou em qualquer uma de suas 37 pontes.
O Ayrton é o Senna, um rio que passou em nossas vidas, mas com dois “n”.
A Mega é a……………….. Mega-Sena…………
Segundo Paulo Guedes, sena vem de seis. Seis números no infinito. O dobro de seis é 12. 12 milhões X 10 = 120 milhões.
Ontem à tarde, pela segunda vez na vida, dei R$ 7 e pedi ao meu irmão Newton para fazer uma “fezinha” na Mega-Sena. Eu não sabia que ela estava acumulada. E ele, visitando nosso tio Décio, não fez a aposta…
À meia-noite, esperando um “in box”, vejo no Facebook que os R$ 120 milhões, acumulados na mesma Mega-Sena, foram parar nas mãos ávidas e grávidas de um bando de petistas.
Meu primeiro pensamento foi para Nietzsche: Não só Deus morreu, como não existe e muito menos é brasileiro.
Como pode Deus brindar petistas com R$ 120 milhões, além de tudo que já roubaram?
Minha fé voltou rapidinho.
Deus existe, mas quem sorteia é o Diabo, vermelho…
Há quantos anos falam e falamos sobre fraudes na Mega-Sena entre outras loterias?
Lembram daquele deputado baiano, “anão do orçamento”, João Alves, que cunhou a desculpa esfarrapada de que ficou rico ganhando tudo na loteria, 56 vezes, no único ano de 1993?
Esta mega-sena de ontem é o canto do cisne do PT.
É a raspagem do tacho; com o sarcasmo de ver Bolsonaro pagar o pato, o mico, o gorila e os R$ 120 milhões, através da Caixa Econômica Federal. Genial!
Gênios do Crime, mesmo!
Eu achava o Zé Simão o máximo. Há muito tempo acho um saco, tem mais graça nenhuma. Vive de piadas que pega na sauna…
Mas hoje, ele foi muito engraçado.
Entre tantas piadas, ele disse que os números sorteados foram: 13, 13, 13, 13, 13 e……….. 13! Kkk.
Eu incluiria o 17 e o 1… E não é o 17 do Bolsonaro, mas o do 171.
E digo mais. Se eu fosse o Bolsonaro, proibiria o pagamento do prêmio. Como? Muito simples. Basta descontar os R$ 120 milhões dos bilhões que roubaram (só) da Petrobras…
E depois de descontar, eu prenderia todos os petistas ganhadores do bolão.
Claro que são culpados.
Depois deles, com vulgar investigação, eu mandaria prender os cúmplices deles na Caixa Econômica.
E mandava todos para trabalhos forçados na Sibéria. Se o Putin não aceitasse, o que não falta no Brasil é enxada e sertão; canaviais e chibata; remos para Ben-Hur, blocos de pedra para pirâmides, piranhas e múmias do Egito.
Petista ganhar na loteria é como porco ganhar lama; raposa ganhar galinheiro; Lula cair num tonel de pinga.
Por falar nisso, estou como a fábula da Raposa e as vulvas, quer dizer, uvas.
Eis, finalmente, o crime perfeito.
Perfeito porque não será investigado.
Onde tem petista ganhando, tem brasileiro perdendo.
PS: A prova da existência de Deus seria estes R$120 milhões revertidos em pomada de maldição árabe: “Que as pulgas de mil camelos infestem seus sovacos, sacos e que seus braços sejam muito curtos para coçá-los”.
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Jornalista, escritor, escreveu no Jornal O Tempo e já publicou dois livros.

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