
Após condenado e preso por corrupção ativa e passiva, Lula foi solto e eleito presidente, graças a uma trama golpista.
Proclama nos palanques ser a “Alma mais honesta do país”.
Nos prolixos discursos sempre promete prover o bem-estar e a proteção da população, garantido “Prioridade à Segurança Pública”.
Pesquisas comprovam que 56% dos moradores nas capitais vivem o dia a dia, atormentados com a violência das facções criminosas.
Clamam para que o governo federal garanta o prometido “combate ao crime organizado”.
Face ao clamor popular, Lula reagiu, viajou para o exterior, a pretexto de se inteirar, onde melhor se enfrenta o desafio.
Foram 75 viagens internacionais em 3 aviões lotados da FAB com ilimitada gastança em hotéis e restaurantes afamados, às custas dos penalizados contribuintes.
Às vésperas das eleições de outubro, editou o Decreto Nº 12.966, de 12.05.2026, tardiamente instituindo o “Programa Brasil contra o Crime Organizado”.
Justificou a demora por ter herdado um “Brasil desmontado”. o que o obrigou a se dedicar às “políticas sociais”. adiando a urgente pauta da “Segurança Pública”.
A verdade é que abusou do poder presidencial para perseguir seus adversários, em especial, o ex-Presidente Jair Bolsonaro e o seu filho, Flavio Bolsonaro, o seu maior rival na acirrada eleição de outubro.
As vésperas do final do seu mandato presidencial, já se comprova que nunca houve no Planalto um presidente que acumulasse tantas derrotas no Congresso, como a derrubada do veto ao PL da Dosimetria e os sucessivos atropelos para aprovar a indicação do seu candidato para a vaga no Supremo.
Pior, foi o fiasco do oneroso “pacote de bondades” com ineficazes medidas econômicas e programas sociais, causadoras do rombo recorde da dívida pública, ultrapassando os 80% do PIB.
Nada mais realista do que o recente Editorial do Estadão: “Lula quebra o Brasil para se reeleger”, sem que o Senado tenha aprovado projetos de impacto fiscal bilionário.
Fora Lula!!!

