
O Presidente Lula foi à Convenção Nacional do PT no dia 2 de agosto, em São Paulo. Discursou sobre a “reconstrução institucional” com as promessas sociais da marquetagem da esquerda, que mais vez não serão cumpridas em plena expansão e descontrole dos gastos públicos.
Na bipolarizada corrida eleitoral, Lula se apossou do verde-amarelo para polemizar a “arrogância de Trump” e glorificar a “soberania nacional”, diante das múltiplas tensões políticas e diplomáticas do Brasil nos embates com os EEUU e com a Argentina.
Há poucos meses das eleições de outubro, o governo se mobiliza para proteger a vida da população, sob a publicitária promessa de uma “Segurança pública mais eficiente e integrada”.
Delongou-se por 3 anos para conceder prioridade à segurança pública e para contextualizá-la no plano de governo da candidatura à reeleição.
Lula já propagou que os “Ricos não compram celular roubado, mas pobres compram. Quem não gosta de uma coisinha barata”. (Poder36)
O Presidente já debochou do furto de um celular para “tomar uma cervejinha”, agora na “reconstrução institucional”, promete com toda circunstância “criar um Ministério da Segurança para fortalecer a democracia, a soberania nacional e a política de segurança pública”.
É supostamente imparcial quando o seu filho, Lulinha, é alvo de 3 investigações da PF, autorizadas pelo Supremo, em que é suspeito de “tráfico de influência e corrupção” na escandalosa “Farra do INSS”.
Um gigantesco esquema criminoso, que movimentou cerca de R$ 6,3 bilhões, prejudicando mais de 5 milhões de aposentados e pensionistas.
Nesse Brasil desgovernado e sem justiça, o ex-Presidente da República, Jair Bolsonaro, após completar um ano de prisão domiciliar, usando uma tornozeleira eletrônica, foi terminantemente proibido de receber a amistosa visita do Presidente da Argentina, Javier Milei, e de seus filhos no Dia dos Pais.
As urnas de outubro celebrarão a vitoriosa chegada de um novo Brasil, sem lulismo.
Que Deus proteja o novo Grito do Ipiranga.

