
O alarme do sistema interno de segurança do Planalto saiu do ar.
Deixou de alertar que o Brasil afundaria antes do final do 3º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência do país.
Em 24 e 25 de julho, o combativo presidente da Argentina, Javier Milei visitou o Brasil. Não se reuniu com o presidente Lula.
Foi arbitrariamente interditado de visitar o fraterno detento, o ex-presi-dente Jair Bolsonaro no Penitenciário da Papuda no Distrito Federal.
Viajou para São Paulo. Participou da Convenção Nacional do PL, que oficializou a candidatura presidencial do Senador Flávio Bolsonaro.
Em longo discurso na Convenção do PL, Milei repudiou o socialismo e comentou o perigo político-econômico do “risco Lula”.
De volta a Buenos Aires, na entrevista à emissora LN+. qualificou o Lula de “Um ladrão, um corrupto. Não é inocente. Foi liberado da prisão por uma falha no processo jurídico”.
O Presidente Lula revidou: nominou Milei de “aquela coisa” e o seu discurso de “patagoada”.
Após o vendaval Milei, espera-se que os governos reativem um diálogo construtivo, capaz de restaurar a relação de Estado entre os dois países.
A esperança diplomática de reconciliação enfrenta o cenário nacional negativo da retomada dos escândalos públicos.
Não bastaram a Lava Jato, o Petrolão, o Mensalão e o Master…
O Supremo Federal se defronta com 3 pedidos de inquérito, propostos pela Policia Federal contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção.
As investigações se desdobram na “ Operação Sem Desconto’, que apura as fraudes bilionárias de descontos indevidos em aposentadorias no escândalo do INSS.
Segundo o Presidente Lula, o seu filho “vai ter que provar que é inocente, “como eu provei” e prometeu publicamente que se o filho “for culpado, ele terá que pagar, como todo mundo”.
A novela Lulinha continuará. É mais um escândalo público na era Lula, prometendo muitas emoções e cambalhotas até as eleições de outubro.


1 Comentário