
O Presidente Lula, com seu ridículo chapéu, por meio da PGR denunciou criminalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro, junto com 33 pessoas por “tentativa de golpe de Estado”.
Vangloriou-se sarcástico para deleite da militância do PT: “- Ele só tinha uma saída: ser preso. Não estava tentando governar, mas tentando tomar conta do País, como se fosse propriedade privada”.
O STF aceitou a denúncia e condenou o réu Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão pela suposta tentativa de golpe de Estado.
Mas, Lula não consegue camuflar o balanço altamente negativo do seu 3º mandato.
Persiste o consenso generalizado sobre a má condução econômica e política do país, sobretudo nos campos da saúde, educação e segurança pública.
O INPC acumula uma alta de 3,44% nos últimos 12 meses, registrando o descontrole dos gastos públicos numa contínua inflação e sobretudo a alta dos alimentos e dos remédios.
A oposição congressista vem usando bonés chamativos com dizeres pela “volta da comida barata”.
Para conter a baixa popularidade na trajetória da árdua reeleição, o mandatário escancarou as porteiras das despesas públicas para tentar concretizar as mentirosas promessas sociais, enaltecidas nos populosos comícios e nas diárias aparições na TV.
Quando a popularidade parecia crescer na reta final da reeleição, foi golpeada por um novo escândalo, envolvendo o seu filho Lulinha, alvo de 3 inquéritos da Polícia Federal.
O STF ordenou a apuração das suspeitas de tráfico de influência e corrupção nas negociações do Lulinha, junto ao Ministério da Saúde e ao INSS, transformados em propriedade petista.
Lula esbravejou: “O meu filho deverá provar sua inocência perante a Justiça”.
Será que o Planalto, que cuida com tanto zelo da reeleição de Lula, não vai dar um jeitinho de socorrer o Lulinha, refugiado na Espanha, sem prejudicar a certeira reeleição do Mandatário?
Vamos aguardar os próximos capítulos…

