
Numa grande manchete, o jornal “O GLOBO” informou que a Petrobras obteve um auspicioso lucro líquido de R$ 32,7 bilhões no 3º trimestre. de 2025, decorrente do avanço de 11% na produção nacional de óleo e gás. Informou ser o maior lucro da Petrobras nesses dois últimos anos.
O Presidente Lula num de seus discursos comemorativos apelidou a Petrobras de “bússola da economia brasileira”, após ter cumprido a sua missão de “recomposição das reservas de petróleo e a segurança energética do país”.
Infelizmente, desde o fatídico 23 de dezembro de 2023, em pleno Natal, até os dias de hoje, todos os empregados da estatal foram penalizados com um injustificado corte de 20% nos seus salários.
Em 24 de maio de 2024, a engenheira Magda Chambriard assumiu a presidência da Petrobras. Tinha sido Diretora-Geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), de 2012 a 2016.
Decorridos um ano e seis meses na presidência da Petrobras, não conseguiu reverter as arbitrárias penalizações salariais, tendo sido a sua implantação autorizada pelo Presidente da República, em final de mandato.
O desconto indevido no sistema salarial dos empregados da estatal macula a reputação da gestão da presidente da Petrobras, por não ter ainda conseguido banir a odiosa perseguição, que vitimou, indiscriminadamente, todos os empregados da estatal, que dedicam as suas competências profissionais para que a profícua gestão do governo federal no setor de petróleo seja coroada de êxito e seja publicitariamente reconhecida.
Diante da proclamada lucratividade recorde da estatal e por ser de inteira justiça, vamos todos juntos e unidos reivindicar a imediata revogação da penalização salarial, que abusivamente impôs uma redução de 20% das remunerações de todos os empregados, desde dezembro de 2023.
Tal abuso ditatorial vem atentando contra o histórico profissionalismo e integral dedicação dos empregados e pensionistas da Petrobras.
VAMOS TODOS JUNTOS E UNIDOS LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS.

