Louvada seja a Nossa Senhora do Apocalipse

Durante a visita ao Castelo de Angers, na Galeria da magnífica Tapeçaria do Apocalipse, a guia, uma renomada historiadora, exaltou a sua devoção pela Nossa Senhora do Apocalipse.

Foi diante da cena da Nova Jerusalém, caída do céu, que se comoveu e descreveu a sua imagem belíssima: as suas doze estrelas na cabeça, representando as doze constelações do sistema solar, carregando uma criança e pisando vitoriosa a cabeça da Besta infernal.

Tornou-se a Protetora do Santuário de São Miguel Arcanjo, coroada por Deus como Rainha do Céu e da Terra, prenunciando a chegada dos bem-aventurados novos tempos e interferindo para que o sonho de paz, amor e entendimento entre os homens fosse abençoado. Emocionou-se e pediu permissão para rezar, por alguns minutos:

“Que Nossa Senhora do Apocalipse cubra com seu manto sagrado a todos que pedem com fé para que interceda diante de Deus por nós…com seus pés pisai a cabeça da serpente infernal e com sua luz dissipai as trevas do nosso caminho. Amém.”

De regresso ao Brasil, descobri como ela era milagrosa. Tornei-me também o seu devoto.

Acredito que sem as minhas orações e sem a sua abençoada proteção, nunca teria passado 9 anos, escrevendo e conseguido editar a bem sucedida Trilogia do Apocalipse.

É hora de pedir para rezar para que Nossa Senhora ilumine o caminho de paz e de saúde do Brasil.

Em 2016, o Supremo firmou a jurisprudência que permitia a execução da pena prisional, assim que fosse confirmada a condenação em 2ª instância.

Em 5 de abril 2018, o juiz Sérgio Moro prendeu o ex-presidente Lula. Na véspera, por 6 votos a 5, o STF rejeitou o pedido de habeas corpus da defesa do líder do Partido das Trevas.

Lula foi condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Em novembro de 2019, após derrubar a prisão em 2 ª instância, o STF soltou Lula, condenado em todas as instâncias, bem como 150 criminosos de alta periculosidade.

Só ficou preso por 580 dias com muitos privilégios na prisão VIP da PF, em Curitiba.

Depois da vergonhosa soltura do “criminoso” Lula, o Supremo enveredou por uma era de “flexibilização das garantias constitucionais”, adotando um elenco de exorbitantes decisões monocráticas, gerando um danoso clima de instabilidade jurídica no país.

Em 15 de fevereiro, numa recaída esquerdista, o Togado Fachin reagiu a um “alerta” de três anos atrás do ex-comandante do Exército em bombástica Nota: “É intolerável e inaceitável qualquer forma ou modo de pressão injurídica sobre o Poder Judiciário”.

Logo depois, outro Togado, Alexandre de Moraes, festejado como constitucionalista e com o respaldo unânime da Corte, revigorou a sua autoridade perseguidora, acusatória e decisória, mandando prender um parlamentar de modo inconstitucional e num flagrante ilegal, atentatório à plenitude da democracia e à harmonia entre os 3 Poderes.

Até quando vamos tolerar o AI-11 do Supremo e o seu odioso comigo ninguém pode.

Merece reflexão a pergunta, que ressoa na consciência nacional, do Presidente do Clube Militar, Gen. José Eduardo Barbosa: “O crime propalado pelo STF e seus aliados de esquerda é referente a ameaças verbais, ou, na realidade, é por ser o acusado apoiador daquele que foi eleito pelo povo para governar o Brasil?”

Que Nossa Senhora do Apocalipse seja louvada, pisoteei a Suprema Serpente e interceda diante de Deus para proteger o futuro do país.

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