
Lula da Silva sempre reclama de que habitar no Palácio da Alvorada é “desumano”.
Boa desculpa para suas 48 viagens ao exterior no seu 3º mandato, onde além dos paparicos oficiais, esbanja discursos à plateias obrigatórias.
O recente entretenimento foi viajar para Nova York, para discursar na 81ª Assembleia Geral da ONU, cumprindo a tradição diplomática, em que o Brasil, desde 1955, vem abrindo a sessão inaugural.
O importante é na sua agenda pessoal não era se reconciliar com Trump, mas sim, às vésperas da Assembleia, reunir-se na residência do embaixador do Brasil na ONU com o Prefeito de New York, Mamdani, renomado esquerdista e atual principal opositor de Trump.
Firmaram no encontro uma ajuda mútua ideológica, bem alinhada ao atual mandato lulista, em que as verbas da saúde e educação, estão sendo prejudicadas pelo aumento dos gastos públicos com o custeio da grandiosa ocupação petista na Presidência e na estrutura federal.
A Lei Complementar nº 235, sancionada pelo presidente, em agosto de 2026, autorizou o governo federal a reduzir impostos, o que pode chegar a uma perda de R$ 4,7 bilhões no piso federal da saúde, em 2027.
Já o atual déficit nominal médio é o maior da história. As contas públicas atingiram os alarmantes 8,6% do PIB, principalmente por terem sido impulsionado pelo elevado custo dos juros da dívida pública.
Nas próximas semanas, as atenções de todos os brasileiros estarão voltadas para a reta final da disputa eleitoral entre o assíduo viajante internacional Lula e o Senador Flavio Bolsonaro.
Nas últimas pesquisas da campanha presidencial, jovem Senador vem logrando, a cada dia, uma posição mais competitiva contra o seu rival petista, bem diferente de quando começou a disputa eleitoral.
Hoje, os candidatos rivais enfrentam uma possibilidade de empate no 2º turno.
Que Deus ajude o Brasil a sair do cataclismo lulista e a conquistar um futuro de prosperidade e felicidade com a vitória final do candidato da direita.

