
Na entrada do condomínio Residencial Ouro Branco, um senhor de terno preto e gravata amarela, acompanhado de um grupo de policiais, troca algumas palavras com o segurança do condomínio.
Não demorou muito, até o portão se abrir e o Senador Flavio Bolsonaro aparecer e se postar diante do sisudo ministro. Não se cumprimentam.
Ouve-se a voz de comando: “favor entregar seus passaportes”. “perdeu o seu tempo”. respondeu o Senador.
Deu-lhe as costas e entrou no condomínio com passos apressados até a sua residência.
48 horas depois, o Senador e a família pousavam, em Miami. O governo Trump havia carimbado os vistos permanentes.
O Senador, candidato à Presidência, obteve 60 milhões de votos.
Sua fuga para os EUA foi um ato de sobrevivência contra as perseguições do algoz, ministro do STF, obcecado em excluí-lo da liderança da Oposição.
Nos EUA, além do repudio às perseguições políticas, causa indignação o desvio de verbas federais para endeusar o Presidente Lula.
Os pagamentos da propaganda jornalística e televisiva pró-governo vêm aumentando cada vez mais, às expensas do erário.
A imoralidade federal é tanto maior por se exceder em promover as falsas conquistas do governo federal e em ocultar os desvios de verbas públicas para o espaço publicitário da reeleição do Presidente Lula, ocultando o seu passado de ex-preso por “corrupção ativa e passiva”.
As infindáveis publicações da propaganda lulista chegam a tumultuar a rotina editorial dos jornais.
Haja visto, o comunicado da “CASA COR Rio de janeiro 35 anos“. Por engano, na edição de O GLOBO de 27 de outubro, anunciou-se que “no feriado de 12 de outubro estaria excepcionalmente aberta”!
Chegou a hora de estancar a atual sangria do dinheiro público. O endividamento do governo chegou ao recorde de 82,91 do PIB.
Urge o ajuste fiscal, que Presidente Lula sempre ignorou, deixando o país no sufoco do endividamento e da maior taxa de juros do mundo.
Basta às perseguições políticas e à pré-falência do Brasil.

