
No domingo 18 de outubro realizou-se um debate televisivo, às vésperas da votação do 2º turno. entre os dois candidatos à Presidência da República: o Presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT, candidato à reeleição. e o Senador Flávio Bolsonaro (PL).
No decepcionante embate pela TV Band, os candidatos trocaram acusações mútuas, deixando de priorizar propostas de como vão lidar com temas fundamentais, como a segurança pública, o combate à corrupção, a saúde pública e as alianças político-partidárias.
Vamos votar no domingo, suportando nos ombros e no bolso o desastre do 3º mandato do Presidente, em que o Brasil deixou de ser um país em ascensão para submergir na ruína financeira e social, comprometendo o futuro de ordem e progresso do país.
O marketing político da reeleição de Lula vem recorrendo às antigas promessas sociais da campanha de 2022, com ênfase nas mentirosas melhorias para a população de baixa renda.
A gastança publicitária do SECOM do Planalto tem como única estratégia, a de perseguir com críticas o temido adversário Flavio Bolsonaro.
Antes, a propaganda eleitoreira lulista primava pela ostentação de suas bandeiras vermelhas com a gigante sigla do PT.
Deram adeus à essa era, em que os manifestantes lulistas ostentavam em suas camisetas vermelhas adesivos com o rosto de Lula sorridente, e invadiam, sem eco, ruas, praças e praias.
Tudo mudou, depois do fiasco popular das camisetas vermelhas.
Causa o maior susto ver agora as manifestações petistas passarem a usar na campanha milionária suas novas bandeiras e suas novas camisetas: todas verde-amarelas!
É um roubo da vitoriosa campanha bolsonarista, que sempre ostentou com amor as cores da bandeira brasileira.
A aposentadoria da bandeira vermelha provocou protestos dos lulistas radicais, inconformados com a troca ultrajante do fiel vermelho comuna do “partido dos trabalhadores”.
Que o Nosso Brasil verde amarelo 22 vença as eleições do 2º turno e que o Brasil lulista, volte a sua insignificância vermelha.

