Foto: Arquivo Google – Dreamstime.com
A simples menção do circuito veloz ‘de um jipe com um cabo e um soldado dentro’ nas imediações do STF e do Congresso Nacional, é o sonho recorrente de alguns ministros do Supremo, parlamentares, mídia ativista e das tribos da ‘resistência’ que saem pelo mundo propagando teatrais defesas da democracia contra a escalada do autoritarismo.
Enquanto não surgir um ‘mártir’, ungido por uma prisão arbitrária por simples divergência ideológica com o governo eleito democraticamente, quer dizer; um prisioneiro político de fato, como os que enchem as masmorras de Cuba e da Venezuela,as histriônicas manifestações de brasileiros ‘proto mártires’ serão, como são, percebidas pelo mundo pela sua ridícula e caricata macaquice.
Vejam a galhardia e soberba dos ‘autoexilados’ de hoje que brilham na mídia e compare com o isolamento e real sofrimento dos perseguidos pela ditadura Vargas e depois pelo regime militar.
Vale lembrar que atmosferas assim, em que grupos pedem intervenção militar na vida civil que, entre outras coisas, impõe controle e censura da imprensa e submissão política, propícia o clima ideal para esconder trambiqueiros e corruptos, burlar as leis e aguardar um ‘golpe de força’ contra as instituições para que os ‘envolvidos no mecanismo’ se vitimizarem e, na confusão, soterrarem os crimes que nelas propagaram.
Desconheço na história rupturas do sistema democrático que revertam em justiça, saneamento das instituições e garantias aos princípios democráticos.
Hoje me preocupo até com a ida ao STF de um sargento levando uma mensagem de feliz aniversário para algum ministro.
Enquanto não surgir um ‘mártir’, ungido por uma prisão arbitrária por simples divergência ideológica com o governo eleito democraticamente, quer dizer; um prisioneiro político de fato, como os que enchem as masmorras de Cuba e da Venezuela,as histriônicas manifestações de brasileiros ‘proto mártires’ serão, como são, percebidas pelo mundo pela sua ridícula e caricata macaquice.
Vejam a galhardia e soberba dos ‘autoexilados’ de hoje que brilham na mídia e compare com o isolamento e real sofrimento dos perseguidos pela ditadura Vargas e depois pelo regime militar.
Vale lembrar que atmosferas assim, em que grupos pedem intervenção militar na vida civil que, entre outras coisas, impõe controle e censura da imprensa e submissão política, propícia o clima ideal para esconder trambiqueiros e corruptos, burlar as leis e aguardar um ‘golpe de força’ contra as instituições para que os ‘envolvidos no mecanismo’ se vitimizarem e, na confusão, soterrarem os crimes que nelas propagaram.
Desconheço na história rupturas do sistema democrático que revertam em justiça, saneamento das instituições e garantias aos princípios democráticos.
Hoje me preocupo até com a ida ao STF de um sargento levando uma mensagem de feliz aniversário para algum ministro.

