
Alexandre de Moraes acaba de anular os votos dos mais de trezentos e quarenta deputados sobre a questão do IOF.
Trocando em miúdos, nossos representantes no parlamento são meras figuras alegóricas no atual cenário.
Vamos pagar a conta porque um partideco como o PSOL, estafeta do PT e que representa um público pífio, numa ação ensaiada com o governo e o supremo, pediu para cancelar a demanda popular para frear a sanha arrecadatória da gestão Lula.
Em tudo o que consumimos estará embutido o IOF, porque o imposto nos será repassado. Os preços irão às alturas. E não é só de custo que se trata, mas de liberdade.
Alguém ainda tem dúvida de que estamos numa ditadura?
Daqui a pouco, não poderemos escolher o nome de filhos ou teremos que pagar para fazê-lo.
A pergunta que teima é: até quando a imprensa vai ignorar e se fingir de morta?
A ordem é clara: quebrem o estado, deixem os brasileiros mancos, à míngua, dependentes e à mercê do que o estado jurisdicional poderoso decidir.
Não é adivinhação, está escrito nas cartilhas comunistas e é prática em todas as ditaduras.
Esse é só o começo. O arremedo de Napoleão sempre vai dobrar a aposta porque se compraz com a dor do outro e se banha na mesma lama dos corruptos.
2026 será o ano da pá de cal sobre nossas vidas. Seremos calcinados com nossos sonhos e pretensões.
Não estranhem se o STF cancelar as próximas eleições ou, plagiando os militares dos anos 70, escolher candidatos biônicos para administrar os estados e usurpar suas receitas.
Conservadores, direita, libertários, essa é a hora de reagir porque estamos a um passo de nos tornarmos uma Cuba infestada de parasitas sugando nosso sangue.
A tal “trama golpista” já estava editada no livreto de qualquer escritorzinho de botequim, bem antes de tudo isso começar. Todos os implicados já julgados e Bolsonaro é só o “boi de piranha” para derrotar a direita.
Qualquer oposição ao sistema será asfixiada. Ditadores não aceitam contraditórios.
A preguiça, o desdém, a apatia serão nosso cadafalso. A hora é agora.

