
Cá para nós, sendo bem realista, um sujeito de quase 81 anos de uma vida desregrada, regada a álcool, sem intelectualidade ativa e doente, não tem como chegar na reta final de uma corrida presidencial. Lula está com o bilhete vencido.
Insistir é um apego extremado ao poder, quase patológico. Não tem sequer vigor físico para percorrer o país.
Seus amigos próximos estão perdendo a luta ideológica sanguínea ou morrendo.
Dos fundadores do PT, poucos estão na ativa e a maioria com mais de 70 anos.
Os novos quadros do partido são lobotomizados, treinados para gritar no congresso, recitando verbos cansados, esvaziados de sentido. Gente chata, de intelectualidade medíocre.
As pautas são comezinhas, baseadas em identitarismo, gênero e racismo – as mesmas que estão destroçando a Europa. Nada concreto para o país, só palavras de ordem ao vento.
Quem os segue são pessoas com falta de escolaridade e de visão global incipiente, que ainda acreditam em fórmulas velhas, mofadas de socialismo, comunismo stalinista e leninista.
Esses dois sujeitos viraram pó há mais de um século e suas pátrias, a mesma por sinal, anoitece e amanhece numa censura descomunal que abestalha seu povo, enquanto seu atual ditador faz uma guerra insana e perdulária contra seus iguais, por ganância e territorialismo. E não vai acabar bem. Como Cuba, que está a ponto de capitular ante à asfixia norte-americana.
A esquerda vive de mitos e precisa deles para construir fantasias e falsos heróis para eternizar, dada sua insignificância.
O PT vive de suas narrativas públicas e esconde seus mal feitos e crimes debaixo de um tapete tecido com meias verdades, crimes e mentiras.
A fórmula de tirar tudo do povo, o brio, e dar migalhas em troca, não vai perpetuar, por mais manso que o povo seja. Há um prazo de validade para os velhacos.
Lula não vai consumar seu tetra. E não há plano B. Essa é a realidade. Talvez dar o posto ao vira-casaca tucano magoado seja a única saída. Mas por mais verniz que ainda tenha, Alckmin nunca foi opção e é um clássico traço de mídia.
Os problemas recorrentes de saúde de Lula são indícios de que seu prazo de validade na política acabou. E mais, se chegar ao pleito com oponentes mais jovens e preparados não vencerá. A menos que as urnas mágicas entrem em ação e a justiça aparelhada também.
O Brasil está no limiar de uma virada histórica, não necessariamente de aprovar um governo conservador, mas de derrotar o pior cancro do país em mais de 40 anos: o PT e seus velhacos.
A decadência geral, em todos os níveis colocaram o país nas piores estatísticas mundiais de transparência à corrupção e de falta de liberdade. Uma dura lição para o brasileiro acordar desse longo pesadelo. Deus não é brasileiro, mas o povo é e Lula não é eterno.

