
Lula, nos debates da 66ª Cúpula do MERCOSUL, em Buenos Aires, deu o seu recado antiamericano: os países do Mercosul não deviam usar o dólar, mas sim suas próprias moedas (real, peso…) nas transações comerciais.
De volta ao Brasil, rebateu o Presidente dos EUA, que na sua plataforma Truth Social defendeu o ex-presidente Bolsonaro: “Deve ser deixado em paz, sem perseguições”.
Lula classificou de “irresponsável” a postura de Trump: “Eu não acho sério um presidente do tamanho dos Estados Unidos abusar de uma ”interferência na nossa soberania e democracia”.
Declarada a guerra, Trump autorizou um tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros, repercutindo na impopularidade de Lula (-59%), decorrente do escândalo das fraudes no INSS e da sua tentativa de ocultar o mea culpa, improvisando um “crédito extraordinário” de R$ 4 bilhões para ressarcir os vitimados e calar a opinião pública.
Ficou o aviso aos contribuintes que pagarão as fraudes do INSS, os desvios do aumento da arrecadação tributária e a gastança das suas luxuosas 80 viagens internacionais.
Na semana passada, apoiadores do governo com cartazes: de “Justiça tributária já com maior taxação dos super-ricos”, invadiram a sede do Banco Itaú na Faria Lima (SP).
A oposição protestou contra o vandalismo do “ato de terrorismo político” do MST.
Nenhum invasor foi preso e condenado, como foi a mulher que pichou com batom: “Perdeu, Mané” na estátua da Justiça, frente ao STF, e foi condenada a 14 anos de prisão!
O episódio mais negativo em Buenos Aires foi a sua visita à ex-mandante da Argentina, Cristina Kirchner.
Se confraternizaram, como condenados e presos pelos “crimes de corrupção”.
O presidente brasileiro ficou preso 538 dias e a mandante argentina, condenada “por encabeçar um esquema de corrupção”, está presa com uma tornozeleira em seu doce lar.
Lula levou um cartaz, pedindo a Kirchner de continuar a “Luta por Justiça”.
Que Deus proteja o futuro do Brasil e da Argentina dos corruptos.

