
A geopolítica vive em alta tensão com os continuados conflitos, em especial na Ucrânia, no Irã e no Estreito de Ormuz.
As tensões comerciais vivem aos sobressaltos, sob o imprevisível Trump.
No Brasil, a Petrobras tem conseguido estabilizar o preço do petróleo a níveis suportáveis, exportar e garantir o abastecimento nacional.
A petroleira estatal vem comprovando sua capacidade técnica e financeira diante do atual volátil mercado internacional com seus elevados preços de US$ 100 o barril, numa valorização recorde.
O mercado financeiro brasileiro voltou a elevar suas projeções de alta inflação com juros elevados, garantindo a incontida gastança federal em promoções de apelo popular para reeleger Lula.
Em consequência, o Brasil vem enfrentando desafios na gestão dos preços internos num calamitoso cenário político, sob a liderança de um ex-presidiário, solto por uma bem sucedida trama golpista.
No simulacro de “trazer alívio econômico aos brasileiros”, o governo não conteve os crescentes índices de inadimplências, lançando, em 4 de maio de 2026, o “Novo Desenrola Brasil”, com um título bem enganoso.
É uma nova enrolação com a duração de 90 dias, lançada justo antes das eleições de outubro, para os que ganham até 5 salários mínimos (R$ 8.105) com descontos de até 90% sobre as dívidas antigas, tendo até 4 anos para pagar com juros reduzidos.
Incentivou os devedores a quitarem as suas dívidas, desvirtuando o uso do FGTS em abusivos arranjos monetários com as instituições financeiras e beneficiando também os bancos.
Enquanto isso, a taxa de investimento em 2025 foi de 16,8% do PIB, bem abaixo da taxa de 2024.
Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) subiu às alturas de 0,89%, em abril. Dobrou: já que era 0,44%, em março.
Um festival de bondades, patrocinadas pelo líder Lula da Silva, para se tornar um imbatível candidato à reeleição.
Que Deus nos proteja do presidencial egresso do sistema prisional, condenado por corrupção ativa e passiva.

