
Nunca na história do Brasil, houve tamanha desmoralização pública da imposta norma constitucional da imperiosa necessidade de harmonia entre os três Poderes da República.
Cresce o clamor da insatisfação com as destoantes atuações do STF.
A maioria dos advogados queixa-se da atuação da Corte Suprema e defende mandatos com prazos fixos para os Ministros do Supremo.
A imagem e o desempenho dos Ministros do STF foi impactada pela atuação de dois de mais de seus pares no espetaculoso caso Master.
A mídia se encarregou de revelar as irregularidades e impunidades dos familiares desses Supremos Ministros, cujos valores recebidos se agigantam na medida da proporção do escândalo financeiro-econômico-social do conglomerado Master. Com suas garras bem fincadas em membros do STF e nos participes da bipolaridade da politicalha brasileira.
Temos a Corte Suprema, buscando conter o desagaste e tentando minimizar as interferências.
É de se ressaltar também a “CPI do Crime Organizado”, clamando pela omissão ou retardamento da punibilidade do crime organizado. com críticas crescentes sobre o suposto excesso de poder, ativismo judicial ou interferência do Supremo Tribunal Federal (STF).
Do outro lado, temos o Congresso e o governo, cada um com suas propostas de limitaõesão das decisões monocráticas do Supremo.
A exemplo da rejeição do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, apresentado pelo senador e relator dos trabalhos, o benquisto Alessandro Vieira (MDB-SE), que solicitou o indiciamento de 3 ministros do Supremo, além do procurador-geral da República.
Vale a pena ser Presidente da República?
Que o diga: o ex-presidiário Lula da Silva, condenado por corrupção ativa e passiva, e que se dedica agora à incomensurável gastança pública dos popularescos comícios para se reeleger novamente Presidente.
Felizmente, para o bem do Brasil, a cada dia que passa seu sonho se evapora com a bem-vinda chegada de um novo presidente para dar ordem e progresso ao Brasil.

