
Sir Winston Churchill, o saudoso estrategista e líder do governo inglês, legou um sábio ensinamento: “A política é quase tão excitante como a guerra e não menos perigosa. Na guerra a pessoa só pode ser morta uma vez, mas na política diversas vezes”.
Não viveu na nossa aguerrida era em que os conflitos se intensificaram em 91 países.
Em 2022, o custo da violência mundial chegou a US$ 17,5 trilhões, 13% do PIB do planeta.
Há também conflitos internos entre os que comandam o Estado e os seus opositores.
São conflitos que se originam e se exacerbam por diversos fatores. A maioria são disputas pela conquista do poder ou pela perpetuação no comando da nação.
O Brasil mostrou, no desfile do 7 de setembro de 2024, as suas duas caras na representatividade da atual polarização e desunião na data de comemoração dos 202 anos de sua Independência, em 1822.
Em Brasília, ao se comparar o desfile deste ano com o dos anos anteriores, a realidade trouxe à tona a decepcionante ausência da população para comemorar a data histórica.
No palanque oficial, com picanha para as autoridades, o protocolo exigia prestar homenagem e solidariedade ao maior “vilão“ do país com sua repulsiva careca.
Em São Paulo, o Brasil mostrou a sua cara de esperança, reunindo uma multidão, que lotou toda a Avenida Paulista.
Aplaudiu os vigorosos discursos do seu prestigiado Governador, do ex-mandatário e do seu filho, em prol da pacificação nacional, com o fim das perseguições aos defensores da liberdade e com a esperada volta da ordem e progresso.
Que Deus proteja a esperançosa reconstrução do futuro do Brasil.

