2 de julho de 2022
Adriano de Aquino Colunistas

A coisa tá animada de todo lado

As redes sociais estão eletrizantes.

Suponhamos que em ano eleitoral a inflação desabe. O índice de desemprego ceda vertiginosamente. A balança comercial fique favorável às contas do país. O impacto da dívida pública seja menor. O repasse do custo dos combustíveis para o preço da passagem do povo trabalhador tenha uma pausa e outros atos, considerados nocivos pelo TSE em ano eleitoral, venham a ocorrer?

O que pode acontecer?

Dependendo da popularidade do candidato da preferência dos maganos, tudo pode acontecer.

Será, creio, um Deus nos acuda.

Em situações tão perigosas o TSE interferirá, criminalizando os gajos responsáveis por isso, os tornando inelegíveis.

A lógica é: lisura eleitoral tem que custar muito caro pra sociedade.

Eles devem achar que em ano eleitoral é melhor que a sociedade brasileira continue pagando – como sempre – cada vez mais para comprar itens essenciais.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 Mam/ Rio de Janeiro, Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da Funarj, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /Funarte e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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