
Uma batalha épica entre a realização construtiva e o caos primitivo.
Titã: Elon Musk, o trilhadário, é para as tribos woke/progressistas o gênio satânico do capitalismo. Sua trajetória é marcada pela transição de empresas de nicho para conglomerados multibilionários. Integração vertical, reutilização tecnológica e gestão de alto risco, é a base da expansão de suas industrias que abrangem desde a automação de veículos até a colonização espacial e inteligência artificial.
A construção desse megaempreendimento industrial e tecnológico vem operando uma revolução global. Suas arrojadas investidas são marcos da Quinta Era Industrial, ou Indústria 5.0, que marca a transição da pura automação para a colaboração entre humanos e máquinas.
Enquanto a Indústria 4.0 focava na robotização e na conexão em rede, esta nova fase coloca o talento humano no centro da inovação, priorizando a personalização e perspectivas inéditas de capacitação social adequadas às novas formas de produção.
Sua determinação é admirável.
Antes do sucesso do Falcon 9, a SpaceX sofreu 3 fracassos consecutivos no desenvolvimento de seu primeiro foguete, o Falcon:
as três primeiras tentativas de lançamento (em 2006, 2007 e 2008) falharam devido a problemas com vazamentos, falhas nos motores e na separação de estágios.
Esses reveses deixaram a empresa à beira da falência, até que o quarto lançamento do Falcon 1, em setembro de 2008, alcançou a órbita com sucesso e o foguete reutilizável Falcon 9 abriu as portas para o desenvolvimento do veículo superpesado Starship.
Ao abrir o capital na Nasdaq, o sucesso se consolidou ainda mais e o valor de mercado global do conglomerado de empresas SpaceX, Starlink, mais infraestrutura de inteligência artificial e internet, operada através do conglomerado da SpaceX, estendendo suas operações aeroespaciais a rede social X e a xAI, formando um ecossistema focado em data centers de hiper escala.
Não precisa dizer mais nada para entendermos o significado real e concreto de 1 trilhão de dólares.
Agora, tente entender o Reino de Nárnia e seu provedor George Soros, entidade benevolente dos woke/progressista/socialistas.
Em 1992, Soros embolsou cerca de US$ 1 bilhão apostando contra a moeda britânica (libra esterlina).
Esse é o grande feito do especulador.
Curiosamente, o baque na economia inglesa, conhecido como “quarta-feira negra”, é apreciado de forma excêntrica por capitalistas, que admiram os ganhos financeiros amealhados por espertalhões que operam nas brechas do sistema/mercado e dos socialistas, que acham que arrebentar o caixa do Tesouro da Inglaterra, foi uma forma de combater o capitalismo.
Empolgado com os aplausos da esquerda, Soros, aluno e admirador do filósofo Karl Popper, se apropriou da teoria do mestre- “Sociedade Aberta e seus Inimigos”- criou o rotulo de fantasia Open Society Foundations e estendeu suas investidas especulativas na política e filantropia(sic) ao redor do mundo.
A rede de Soros distribuiu em torno de US$ 15 bilhões em apoios à Ongs, ativismo de esquerda, militância identitária, ações filantrópicas(sic) etc.
Até o momento não se tem a conta exata de quanto o investimento de Soros – Open Society- faturou com informações privilegiadas de grupos políticos financiados por ele e que hoje detém o poder alguns países.

