
A celebridade, escoltada por dois agentes da policia, a caminho de ser acomodada no primeiro avião com destino ao Paquistão é Ali Kashif.
Ele é um cidadão paquistanês de 25 anos que viveu clandestinamente na Itália por cerca de seis anos. Com visto vencido há tempos Kashif, militava por Brescia divulgando entre a comunidade muçulmana e os jovens europeus em busca de uma ‘causa minoritária de enfrentamento ao poderio do Império Romano, da Igreja católica e dos devassos valores ocidentais’ para chamar de sua, transitava livre e solto pelas ruas e vielas da cidade.
É sabido por todos que o cardápio de missões dos agentes do fundamentalismo islâmico, servido aos jovens consumidores das nações democráticas do Ocidente é oferecido de vários modos.
Do apoio ao terrorismo do Hamas como justiça divina de reparação, às praticas de estupro e violência contra moças ocidentais que afrontam a virilidade dos machões do Oriente Médio, facadas, atropelamentos e todo tipo de abuso contra o povo da banda do mundo que os recebeu.
A missão de Ali Kashif se enquadrava no mural dos adeptos do multiculturalismo. Ele divulgava publicamente a pratica do casamento infantil, afirmando que uma menina se torna adulta após seu primeiro ciclo menstrual e que meninas de apenas 9 anos poderiam se casar, segundo sua interpretação do Alcorão que, alias, as lides multiculturalistas do ocidente consideram uma diversidade cultural que deve ser respeitada por todos.
Todavia, seu ciclo promocional na Itália chegou ao fim quando uma investigação jornalística do programa Fuori dal Coro, revelou seu método.
Aí, as pessoas ‘comuns’, aquelas que os ativistas/progressistas rotulam de extrema direita, consideraram um absurdo, uma covardia, uma desumanidade detonando uma reação em cadeia na sociedade italiana.
Algumas ONGs, promotores públicos DH, clubinhos woke e legendas partidárias progressistas -‘unidos jamais seremos vencidos’- tentaram barrar judicialmente a ação para deporta-lo.
Meloni, foi determinada, decisiva.
Poucos dias após o magnifico coro das pessoas ‘comuns’, Kashif estava de volta a sua terra natal.
Agora, pense comigo. A missão de Kashif foi encerrada na Itália, mas no Paquistão ele não enfrentará nenhuma resistência. Poderá, como Íman, continuar pregando livremente sua doutrina.
Lamento com profunda tristeza a dor infinita das meninas do Paquistão.

