24 de maio de 2026
Adriano de Aquino

As três imagens…

As três imagens desse post ilustram minhas reflexões sobre o impacto das decisões de Trump, tomadas no correr dos quase 60 dias de governo.

Como não sofro do sentimentalismo tóxico de ‘gostar ou detestar políticos’, minhas reflexões se baseiam em fatos concretos e decisões que considero corretas.

A primeira imagem (com grifo em amarelo) apareceu pra mim numa postagem norte-americana original. Ela é simbólica do massacre das agressivas falanges de gênero, da mídia progressista covarde e da omissão perversa das autoridades esportivas contra as atletas, mulheres e meninas, que sonham um dia subir no mais alto degrau do pódio das vencedoras.

No correr dos últimos quatro anos, seus sonhos se tornaram pesadelos e suas vozes foram silenciadas.

Curiosamente, ou quem sabe temendo represálias, as meninas,em segundo e terceiro lugar na competição de salto com vara, nublaram seus rostos. Optaram por uma espécie de burca digital para se defenderem dos ataques covardes da mídia e dos seus opressores.

As duas imagens ao lado expressam vitória.

Em 60 dias, mulheres e meninas, com charme e sorriso escancarado, festejam o fim da maior e mais cruel opressão contra mulheres e meninas nos mais diversos esportes.

Durante esse longo tempo, vi até machões irascíveis se sentirem constrangidos e envergonhados diante de tamanha covardia.

Mais curioso ainda é que o ato que encerra esse massacre nas arenas esportivas, tenha sido decretado e consagrado por um homem considerado pelo ativismo estúpido e um ‘machista de quatro costados’.

Digo mais, se esse decreto libertário fosse editado por Calígula, eu levantaria pra aplaudir.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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