Afronta suprema


O STF virou um bordel. Com pouquíssimas exceções. E um bordel medíocre. A Justiça impedindo que a Justiça seja feita, só para soltar corruptos de colarinho branco que saquearam o Brasil . Corrupção mata! No Brasil tem sido um genocídio. E sabemos que ministros foram citados nas delações. O Moro sabe quais foram, melhor do que ninguém. Desesperados, querem acabar em causa própria com os crimes de corrupção. Celso de Mello morava com José Dirceu quando eram estudantes, vocês sabiam, só por curiosidade?
Indulto ILIMITADO com perdão de condenação e de pagamento de multa??? O que é que é isso??? Nem a máfia, no auge, conseguiu nomear seus membros para a Suprema Corte italiana. É bandido anistiando bandido.
Existe claramente um conluio no STF para libertar ladrões, no indulto concedido por Temer, ele mesmo réu em vários processos. Afinal para que o Temer marcou um encontro secreto com Joesley, por volta de meia-noite, no estacionamento do Palácio? Vampiros só existem em ficção.
Lula&Dilma não teriam conseguido roubar tanto sem o apoio de Temer, presidente do PMDB , o maior parceiro do PT, entre as outras organizações criminosas disfarçadas de partidos políticos. Ou seja, o criminoso indulta criminosos, em vez de estar preso também e conta, para isso, com o apoio do braço judiciário da quadrilha.
Alexandre de Moraes, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski já deram sinais de que vão votar a favor do indulto concedido por Temer. E citaram a Rosa Weber. Aliás, o Lula também citou Rosa Weber naquela infame gravação com a Dilma, e a ministra votou a favor da candidatura sub judice do meliante, mas foi voto vencido. Quanto ao Toffoli, ele quer soltar o Lula e já soltou o Zé Dirceu.
A pressão contra o indulto natalino a condenados por crimes de corrupção é o assunto mais comentado entre brasileiros no Twitter neste momento, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) julga a validade das regras do indulto concedido pelo presidente Michel Temer em dezembro de 2017.
A expressão #indultonão é impulsionada por procuradores e membros da força-tarefa da Operação Lava Jato, que argumentam que a concessão do indulto a quem cometeu crimes de colarinho branco representaria o desmonte das investigações.
“Você acha razoável perdoar e mandar para casa corruptores e corrompidos que depois de investigados, descobertos, processados, julgados e condenados em diversas instâncias, tenham cumprido apenas 20% (1/5) ou 16,6% (1/6) da pena? Não, né?!”, escreveu o procurador Roberson Pozzobon, integrante da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.
Mais cedo, o coordenador da força tarefa no Ministério Público Federal no Paraná, Deltan Dallagnol, publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que o decreto tem um efeito “devastador” no País. Ele citou um levantamento apontando que, de 39 pessoas condenadas na Lava Jato, 85% sairiam da prisão se as regras do indulto forem aplicadas neste e no próximo ano. Para Dallagnol, criminosos se sentiriam desmotivados a firmar acordos de colaboração premiadas se já tivessem garantidos o perdão de suas penas com o indulto.
O Antagonista publicou nota irretocável: “O risco para a democracia não vem dos generais de Jair Bolsonaro, e sim dos ministros do STF, que manobram para garantir um salvo-conduto aos criminosos que fraudaram o voto elegendo-se com dinheiro roubado.
Ou o STF se emenda, ou haverá uma crise institucional.”
Moro, como sempre, impecável.
“O tempo de indultos excessivamente generosos acabou”, avisa Moro!
Futuro ministro da Justiça de Bolsonaro disse nesta sexta, 30, que ‘novo governo jamais vai editar’ um perdão nos moldes como o que foi concedido pelo presidente Temer

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