2020: Uma Odisseia no Espaço

Mas respeito o seu e você respeita o meu.

Não venham me encher os culhões com regrinhas nesta nova década: amar mais, perdoar, esquecer, não comer carne, não usar a palavra feminismo e usar empoderamento.

Não, não sou esquerdalha e nem direitalha. Xô boçalidade terraplana e da linha Rock é satânico. Xô feminazi. Xô gente pró e contra aborto: quero educação na base. Pra todos!

Charge. Ironia, comédia: sempre! Não a militância política do patrulhamento ideológico.

Charlie Hebdo e Monty Python jamais conseguiriam ser tão ruins e chinfrins como aquele grupo dos fundilhos merdorreicos.

Quem abre a porta dos fundos se a entrada principal está escancarada pra todos?

Não confunda arte com aquela outra parte.

Se a arte abunda, a bunda é outro departamento.

Só quem camufla, esconde, trapaceia, quer encurtar caminhos.

Censura não. Muito menos censura prévia, mas boicote sim ao que não cabe. Vale para fofoqueiras e cajazeiras, oportunistas que querem se dar bem em qualquer lado e para os mínimos de sempre.

Escreva o que quiser na rede social, mas aprenda que você pode até chegar a formar opinião mas ser jornalista exige mais, muito mais.

E não cabe nem para os que hoje atuam com diplominha no jornalismo e não sabem o que é fonte, fato ou escrever uma chamada ou um “off” básico com princípio, meio e fim. Imagina se o editor berra: manda o “Lead do Led”! Ah, a pessoa corre pra tomar mais um tarja preta ou vai saber….

Se não gostar do que escrevo, não leia. A mim não interessa o que você lê. A não ser que você seja meu amigo. E se vem à minha página, entra na minha casa virtual podemos discordar, concordar. A ideia é bater aquele papo, trocar ideias.

Se for em publicação minha fora daqui se coloque lá no devido lugar. Não venha encher meus culhões aqui.

Em Roma como os romanos. D’accord?!

Não tenho saco pra quem adjetiva e não tem argumento. Não tenho grupinhos de embate político na rede social. Eu observo.

Cada coisa é objeto de estudo pra mim e uso na minha área que é vasta. Mas dispenso o dispensável, que é bastante mesmo…

Não pense que você sabe de mim o que pensa que sabe. Tem coisas horríveis que não te contaram. E maravilhosas que você não vai saber.

“Nooooossa, ela casou, ela namorou, ela morou… Iiiiiiiiih! Acorda… Nem eu lembro…

Fora os que “interpretam os sentimentos”.

Tem gente que continua me namorando tem décadas e já parti pra outras há milênios. Ou é corno manso ou doido mesmo.

E impressionante é que nenhum deles esquece. Que medo!

Há pouco me aparece um fantasma já passadinho “moin,moin” pra perguntar como eu comecei o ano.

Comecei assim: “Vade Retro!”

Tem gente rindo alto já… Sei, sei…

E lá vem os descobridores dos 7 mares: Ela é filha do fulano, da fulana, tem, não tem filho. São filhos, bichos, que bichos? Ou bichas?

Sai sarcasmo…

Não, “sarcasmo” é o nome do pato.

Aquele da foto.

Não viu?

Papagaio, esquilo, corvo ou falcão. Ela tem lobo. Corre com lobos? Nunca. Que chatice… Irmã do fulano, irmã do Beltrano.

Esquece…

A maneira que lido com isso vai te confundir.

Guardo no coração as listas e ignoro aquela do cartório, tão mundana que nos reduz a nomes, sobrenomes e números. São listas. Tem a lista Black Friday onde reduzo a criatura e enfio na lista negra.

Num lugar sou Djunia, em outro Julia, Sônia, Junina, Juniar, Dunia, Juns. Juuuuuns! Amo todas as derivações. Tanto faz… Sou mais que um nome ou menos: está no significado que dão a ele.

Não coloque o dedo na minha cara. Você pode perder mais que o dedo e cair de cara.

Não me diga que eu não posso ou não vou. Imperativo comigo? Esquece.

Os anjinhos e os deuses falam “que tal, pestinha, você fazer assim ou não fazer assado?!”

Então, sem limites mas dentro dos limites.

Se eu passar deles, me diga. Ou me diga se devo ultrapassá-los. Ou não diga nada, me deixe ir. Eu volto.

Se eu errar, aponte os erros com argumento.

Quantas vezes mudei textos porque alguém me ajudou “revisando”. E mudei atitudes. Obrigada!

Não tenho o menor problema em pedir perdão nem a você e nem a mim mesma.

Parabéns atrasado!

Agradeço a todos que se lembraram de mim no meu aniversário, já esqueci dele três vezes. Nunca sei o dia da semana em que estou e quando sei, não sei o dia do mês. Muito menos o mês. Sempre fui assim.

Os amigos ligam no aniversário deles para eu dar os parabéns pra eles.

E ligam para me lembrar do meu aniversário e me parabenizar por ele.

O que importa é que não me esqueço daquilo que poucos lembram e observam.

Não guardo nomes, mas guardo imagens e sons. A voz, os ruídos. Não me perco. Não sei nome de rua, mas sei a direção.
Sei…

Vivo em tantos fusos horários que não consigo mais dizer “Feliz aniversário!”, e passou o Natal e a virada do ano. Sempre me atraso nessas formalidades. Mil desculpas!

A tecnologia possibilitou estarmos juntos mas não maximizou o tempo, o dia tem apenas 24 horas. Eu precisaria de 72, no mínimo.

Obrigada a todos mesmo. Todos que acrescentam. Pode ser aquele de outro partido oposto, que tem o direito de não gostar do que eu gosto, mas tem que respeitar o meu gosto e a minha escolha. E eu a dele.

Mas não pode ser o extremista conservador ou o extremista de esquerda. Extremismo, radicalismo, tapadeza e ficha criminal suja vai além da escolha política.

O canalha é canalha!

Ponto. O criminoso e o mau são criminosos e maus. Está no ser, não na instituição. Mas há, claro, instituições criminosas.

De qualquer forma, há gente em todos os lados que deixam Lúcifer com o pé atrás .

Eu jogo limpo! Mas não me subestime. Porque se eu resolver jogar sujo…

Vamos rir… rir muito, inclusive de nós mesmos…

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