
É uma vergonha a governança do Estado do Rio de Janeiro, para não dizer criminosa nesses últimos quatro anos.
No seleto grupo de 64 mandatários do Palácio Guanabara, 5 foram presos ou afastados do mandato: Luiz Fernando Pezão (2018), Anthony Garotinho (2002), Sérgio Cabral (1917), Rosinha Garotinho (1919) e Moreira Franco (2019), acusados de corrupção.
0 governador Cláudio Castro, empossado em 1 de janeiro de 2023, renunciou, às vésperas do julgamento do TSE, para não ser judicialmente afastado.
De fato, no dia seguinte, o TSE o tornou inelegível por “praticar abuso de poder político e captação ilícita de recursos”.
Ainda bem que há bons exemplos na história do Estado do Rio de Janeiro, criado pela fusão entre o Estado da Guanabara e o antigo Estado do Rio de Janeiro, em 15 de março de 1975.
Unificou as duas regiões e transformou a antiga Guanabara no atual Município do Rio de Janeiro.
Para 1º Governador do novo estado, foi nomeado o Almirante Floriano Peixoto Faria Lima, que, na época, exercia a presidência da Petrobrás.
Além da total reestruturação administrativa, vigente até hoje, Faria Lima legou inúmeras obras urbanas, como a 1ª linha do Metrô, em 5 de março de 1979 e inaugurou 22 novos Terminais Rodoviários para modernizar e integrar a complexa mobilidade urbana.
Dedicou-se também a intensificar frentes de moradia, como o Projeto Integrado na Fazenda Botafogo e vários conjuntos da CEHAB-RJ.
Reorganizou e intensificou o transporte coletivo e inaugurou vários postos de saúde para atender a população carente.
Em 2 de fevereiro de 1979. editou o “Plano de Classificação de Cargos para o pessoal ativo do novo Estado do Rio de Janeiro”, até hoje vigente.
Saiu do governo e foi morar no seu antigo apartamento no Leblon e na casinha, em Teresópolis, quitados, antes de morar no Palácio de Laranjeiras.
Muito me orgulho da Marinha Brasileira e de ter trabalhado por 9 anos com o Almirante Faria Lima na Petrobras e como o seu Secretário de Estado.

