
O modismo doentio entre a incompetência de profissionais e a falta de informação dos pais.
Diagnósticos falsos e falhos e profissionais incompetentes: assim foi criada a “doença fashion”. É isto o que diz um dos maiores psiquiatras e pediatras da América Latina ao falar sobre o “boom” de casos no Brasil.
Ao ouvir médicos brasileiros, alguns deles professores e pesquisadores, a análise segue na mesma linha.
E o alerta é dado: há distúrbios e atitudes que vêm antes e são a causa a ser combatida.
“Vamos inverter e focar no que precisa ser tratado”, é o que afirmam.
País doente, profissionais superficiais e ignorância geral e irrestrita.
No Brasil virou moda no berçário, na creche, no jardim de infância e na escola, qualquer coisa diferente, seja ela qual for: “estamos entendendo – o gerúndio da ignorância sempre presente – que seu filho tem traços de autismo”.
Ai daquele desespero. Tarja preta para os papais darem conta e a saga começa: leva ao pediatra e ao psicólogo.
A maioria dos profissionais, ainda mais na rede pública, não hesita – pero que si, pero que no – é no mínimo um “ligeiro autismo”.
Aquele atraso na fala? Opaaaa!
Não falou mamã, nem papá no tempo exato e definitivo na festinha de 6 meses, 1 ano ? Lá vem… Autismo!
Quanta irresponsabilidade.
No último mês, 18 pessoas me relataram que filhos, enteados e netos estão sob “suspeita de autismo”.
É muito provável que nenhum deles seja autista.
Um casal de amigos em desespero, o filho de 3 anos foi “definido” como um autista. Não, não era!
Algumas atividades lúdicas sem acesso a celular e joguinhos no tablet: aquele ser virou outro, uma peste!
Mas o problema é bem maior.
Sabe a questão de gênero? O uso de drogas? Esta pauta da esquerda que tem tomado conta da educação desde a base? Precisa ser desconstruída. E de forma urgente.
A criança que não quer usar droga e não quer ser homossexual, sofre bullying. Pronto! Irritada, não se enquadra, parece em outro mundo…. Autismo?
Assim ocorreu com o filho de 14 anos de uma amiga em SP. Ela trocou o filho de escola 4 vezes. Não adiantou.
Cada vez mais arredio, inclusive com tentativa de suicídio. Autismo e tarja preta. Outra tentativa de suicídio. Pais deprimidos, filho deprimido, todos no tarja preta e no fundo do poço. Agora a família passa por um período de desintoxicação dos medicamentos. O adolescente e os pais decidiram tentar uma vaga para ele numa escola militar.
Resumindo…
O autismo virou um diagnóstico fashion, modinha, e propagado por profissionais pouco gabaritados ou irresponsáveis.
Por outro lado, Brasil e USA registram o maior número de casos comprovados de autismo.
Os dois países que lideram a pauta da esquerda globalista, trans, dopadíssima e sodomista.
Criança no Brasil com poucos aninhos já está no baile funk e sofrendo de amor na rede social. Prato cheio para a islamização que vem a galope no Brasil.
Com 5 aninhos casam as meninas na Palestina, Paquistão, Afeganistão, Arábia Saudita e Síria. Mas lá não diagnosticam como autismo porque mulher nem nome tem na ficha médica. É número: “a coisa”.
Enquanto isso na Europa, criança brinca na rua, no parquinho, anda de patinete, bike, sobe em árvore, se veste como criança e vive a infância.
Autismo?
Mas fica o alerta para as causas que podem gerar autismo:
– Pais usuários de droga incluindo os tarja preta.
– Criança/adolescente no uso de tarja preta (o Brasil é o campeão em abuso de medicação tarja preta na infância e
adolescência, em vício medicamentoso nesta idade, e pasmem: depressão e suicídio!
– A superexposição, forçar a criança a ser genial, não pode ser criança!
– Uso de celular, tablet, notebook e joguinhos online.
É o resultado de uma sociedade superficial, onde o principal é ter. Valores e princípios são descartáveis.
Vivem de aparência e o resultado compromete inocentes.
Brinque com seu filho, dê a ele atenção e preste atenção no comportamento dele, colegas, escola, professores e médicos.
Nenhum deles sabe mais ou ama mais o seu filho, do que você 🤗

