
Com suas provocativas entrevistas televisivas, o culpado pelo conflito econômico e político Brasil-EEUU e pelo “Tarifaço” é o ex-presidiário, catapultado presidente pela bem sucedida Suprema Conspiração eleitoral.
Lula usou mais uma bravata no discurso, em Minas Gerais, contra Bolsonaro: “Pode ir pro xilindró, pelas merdas que fez”, só por ter merecido o afeto de Trump.
Em vez de buscar o consenso, acirra o desentendimento com o Congresso e só valoriza as relações econômicas, derivadas do desenvolvimento soberano da multiplicidade, como prega no BRICS, apelando para que seus membros se libertem do dólar nas transações comercias e reestruturem o tradicional lastro econômico com os EEUU.
Só às vésperas de 1/8, data fatal da entrada em vigor do Tarifaço, ameaçando milhares de empresas brasileiras e de empregos, é que quis negociar com a Casa Branca, a exemplo de diversos países relevantes, como está fazendo a China, que tem agilizado as negociações das impositivas tarifas no comércio bilateral na era do furação Trump.
Na verdade, a prioridade comercial de Lula não é desobstruir a via negocial do Tarifaço.
O retardo ao combate à dita ”chantagem comercial de Trump“, enrolando-se na populista bandeira verde-amarela, em defesa midiática da “soberania nacional”, é a sua estratégia política para recuperar a popularidade em ruínas e fortalecer a sua candidatura, em 2026.
Para alardear a sua luta no cenário internacional em prol do comércio multilateral, ameaça recorrer à Organização Mundial do Comércio,(OMC), sabendo do remoto ou nulo efeito.
A verdade é uma só: durante o litígio comercial, ele não conseguiu falar com o presidente americano, nem conseguiu indenizar todas as vítimas do escândalo do INSS, pelas fraudes que pularam de R$ 2 para R$ 6,3 bilhões, além de não ter cumprido a promessa, feita no Maranhão; de garantir “que tiraria o povo da merda que se meteu”.
Que Deus proteja o Brasil do Presidente da República que não cumpre as promessas.

