
O panorama mundial se distanciou da vitória da paz.
Houve um provisório cessar-fogo entre EUA-Israel e Irã, enquanto as negociações de pacificação entre Israel-Líbano continuam, sem fim.
O fechamento do Estreito de Ormuz provocou a guerra do petróleo. Elevou o preço do barril para U$120, antes vendido a menos de U$70.
Em Brasília, de 24 a 27 de abril de 2026, o PT realizou-o seu 8º Congresso Nacional.
O “Manifesto” aprovado no Congresso enfatiza a estratégia de “reeleger Lula”, reiterando as mesmas promessas de um “Novo Brasil”, sem nunca ter conseguido algo de positivo nos 4 mandatos presidenciais.
O PT vem fazendo acenos à direita liberal para juntos proporem a reforma do Judiciário e o eleitoreiro fim da jornada de trabalho 6×1, passando o limite semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário.
Em busca de popularidade, Lula agora se empenha em cutucar o destemido líder mundial Donald Trump com deboches, fomentado uma frente estratégica para recuperar a popularidade, em queda livre, tendo atingido 52,5% de desaprovação, em abril de 2026.
Um anunciado desastre para quem cultua uma liderança carismática.
Lula utilizou a taxação americana de 50% sobre produtos brasileiros, em julho de 2025, para repudiar que o Brasil é uma “republiqueta de bananas”.
Mas, as bravatas não conseguem encobrir a má fase da gestão Lula.
A taxa de juros é a maior de todos os tempos.
O “governo do povo” elevou, em março de 2026, o nível de endividamento das famílias brasileiras para o recorde de 80,4%.
A maioria comprometida com dívidas altas nos cartões de crédito.
Em nome da alegada defesa da “soberania nacional”, elevou, em janeiro de 2026, a Dívida Pública Federal (DPF) para o colossal patamares de R$8,641 trilhões. Um recorde. se comparado ao de dezembro de 2024.
Mas, o pior foi a rejeição no Senado do seu indicado para ocupar uma vaga no Supremo. Nunca houve tamanha derrota Presidencial na história congressual.
Que Deus proteja o Brasil e o povo brasileiro do desastre lulista.

