
A capital do Pará, Belém, acolheu a 30ª Conferência das Nações Unidas (COP30), com a ambiciosa pauta de financiar ações ordenadas de alto impacto para estabilizar a concentração de gazes poluentes e de efeito estufa.
Lula, antes de participar da COP30 e dar início à campanha da reeleição, desentendeu-se com o Governador do Rio.
Mal informado e sob pressão esquerdista, Lula vociferou na mídia que o Governado Cláudio Castro (PL) realizou uma “Matança no Rio,” vitimando inocentes com a letal megaoperação no território do Comando Vermelho nos Complexos do Alemão e da Penha.
Lula teve que reparar o desatino verbal e a sua pejorativa avaliação, ao se confirmar de que a violenta intervenção estadual contra o narcotráfico mereceu o apoio de 64% da população do Rio.
O governador do Rio fez jus à solidariedade de 5 governadores, que, reunidos no Rio, criaram o “Consórcio da Paz”’, que prioriza, o combate à violência e ao narcotráfico.
Lula teve que recuar e agir rápido, porque estava em jogo a sua popularidade no Rio e nos demais estados, o que poderia degringolar de vez.
Apressou-se em recorrer ao aparato da segurança policial federal para, sob a égide da Lei nº 11.343, de 2006, conhecida como Lei de Drogas, estruturar uma efetiva frente nacional da União com os estados, empenhados em combater e oportunizar ações coordenadas contra o narcotráfico.
As forças de segurança da União e dos estados se arregimentarão para combater unidos a infiltração e a expansão das facções criminosas no território nacional, asfixiando o seu poder econômico e a sua perigosa capacidade de se agigantar no crime organizado.
Valeu o empenho nas articulações do Governador do Rio com as esferas do poder.
Graças aos resultados positivos, é possível se alentar a esperança de que as facções criminosa serão derrotadas, fortalecendo a segurança e a proteção da família brasileira.
Que Deus proteja o Rio de Janeiro e o Brasil da violência anticivilizatória.

