
Em 1989, a TV Globo lançou a novela de sucesso: “Que rei sou eu?”.
A trama é a coroação de um falso monarca, que perdeu o trono real.
O Planalto é hoje comandado por um ex-presidiário, tornando-se um rei populista eleito, convicto de se perpetuar no poder.
No seu 3º mandato, após ser solto da prisão e tendo assumido o governo, em janeiro de 2023, dedicou-se em cumprir 46 viagens internacionais, ficando 158 dias fora do Brasil.
Ausente ou não do país, nada se justifica não ter cumprido um mínimo do ambicioso plano de governo da “Construção de um novo Brasil”. Deixou de investir na infraestrutura e na integração regional, tal como prometido na milionária campanha eleitoral da Frente Ampla de centro esquerda.
Para o eleitor, sem o credo petista, o Brasil regrediu e quem pagará as contas do reinado populista de Lula III?
O futuro presidente do Brasil, que assumirá o mandato em janeiro de 2027, receberá uma maldita herança econômica e estrutural, marcada por um severo estrangulamento fiscal e pela necessidade urgente de recuperação do crescimento do PIB e por um melhor realinhamento das relações internacionais com vizinhos e potências globais.
Lula, quando preso, recebeu as constantes visitas de líderes estrangeiros, inclusive o então candidato presidencial da Argentina, Alberto Fernández.
O atual Presidente da Argentina Javier Milei foi proibido de visitar o fraterno amigo Jair Bolsonaro, ‘‘injustamente” preso, em Brasília.
Em São Paulo, participou da convenção nacional do Pl. Solidarizou-se com a oficialização da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.
Num inflamado discurso criticou o socialismo e apelidou o algoz do STF de “lixo careca”, revoltado de não ter podido visitar o ex-presidente.
Ele confia num novo Brasil, que se juntará a outros países da América Latina para elegerem um presidente de direita, ressaltando a continuidade de um próspero relacionamento Brasília-Buenos Aires
A atual pergunta do povo brasileiro é: o Rei Lula III sobreviverá?

