
– “Quando a injustiça se torna lei, a resistência se torna um dever e uma obrigação moral de resistir ao governo tirânico”. Proclamou o presidente americano Thomas Jefferson.
Em 1º janeiro de 2023, um ex-presidiário, condenado por corrupção, foi empossado Presidente da República do Brasil.
Com dois anos e meio de desgoverno, o mandante instaurou a ditadura de camisa vermelha e agora pretende concorrer pela 7ª vez ao cargo presidencial, em 2026.
Com a campanha eleitoral petista nas ruas e na mídia, policiais penais vigiam 24 horas por dia a casa do ex-presidente Bolsonaro, com carros na porta e acessos controlados na portaria do condomínio pelo “risco de fuga” do custodiado.
Além do monitoramento integral, a ordem foi colocar policiais na parte interna da casa. Com os protestos nas redes sociais e congressuais, a vigilância ficou fora da residência.
A ex-primeira-dama Michelle, após o aprisionamento do marido, afirmou que “os dias ruins são um desafio, ter de aguentar as humilhações da perseguição e as incertezas. Mas não tem nada. Nós vamos vencer. Deus é bom o tempo todo”. (Instagram)
Nunca um titular da Procuradoria-Geral da União foi reconduzido, antes do fim do mandato. Mas Lula o reconduziu antecipadamente na PGU para que a sua inventiva narrativa jurídica no julgamento no STF, ao longo do mês de setembro, se tornasse decisiva na exemplar punição do réu e “dos cabeças do núcleo da tentativa de golpe de Estado” e pudesse o Washington Post divulgar como funciona a politização da Suprema Justiça no Brasil.
Na incerteza do futuro, ninguém sabe o que virá depois, à espera de que se restaure a dignidade e a respeitabilidade de uma Nação soberana e democrática.
Resta a esperança de que o atual governo ditatorial seja condenado num tribunal penal internacional por corrupção e pelas desproporcionais perseguições e violações dos direitos humanos.
Que no horizonte de 2026, Deus restaure o intenso tremular da bandeira do Brasil.


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