
Manchete da primeira página do jornal O GLOBO:
“Governo ameaça retaliar os EUA e socorrer as empresas.”
Foi a reação do Presidente Lula, após o governo americano anunciar o tarifaço de 25%, em vigor, a partir de 22 de julho, capaz de representar uma perda de U$S 1,5 a U$S 2 bilhões nas exportações brasileiras. penalizando o malogro das negociações bilaterais inconclusas.
Altas figuras do governo brasileiro se revezaram em se promoverem, politizando a “interferência repulsiva de Trump” e para execrar o secretário de Estado, Marco Rubio, culpando-o de perseguir o Brasil por “não se curvar às demandas da gestão Trump”.
Graças ao “grosseiro e arrogante” Rubio, que a má gestão de Lula3 tornou-se internacionalmente conhecida, além de ter explicitado que “neste último ano, em que priorizou o seu próprio ego, em detrimento de concluir um acordo bilateral, que visasse o bem-estar do povo brasileiro. As novas tarifas são o preço a pagar por isso”, ainda que o Brasil continue a ser um “pais amigo dos EEUU”.
O terceiro mandato do presidente Lula prima por não ter conseguido reverter a contínua alta de juros.
Pesquisas confirmam índices de 39% a 41% (ruim/péssimo) de desaprovação da gestão lulista pelos desgastes na malograda articulação política e na preservação da alta taxa da inflação.
A frustração com a governança lulista se agravou principalmente nas áreas de segurança pública, saúde, economia e com o inexistente combate à corrupção com seus sucessivos escândalos públicos.
É de se ressaltar que o mais perverso na gestão federal é a permanente desarticulação do Executivo com o Congresso Nacional, prejudicando o avançar de pautas prioritárias para população brasileira, que vem sendo travadas pelo desentendimento institucional e pela contínua incompetência federal.
Que Deus nos proteja do PT, que quer se valer do ônus do tarifaço para aumentar os gastos eleitorais da milionária campanha da reeleição do “Chapéu Panama”, deixando o Brasil, sem ordem e sem progresso.

