
A Copa do Mundo da FIFA em 2026 reuniu 48 seleções na disputa de 104 partidas em 3 países: EEUU, México e Canadá.
A Argentina no governo do Presidente Javier Milei extrai um milhão de barris de petróleo por dia em Vaca Muerta, na Patagônia. Segue vitoriosa na bem sucedida política de ajuste fiscal com a redução da máquina estatal. Tem o controle da inflação e um merecido superávit nas contas públicas.
Milei utilizou as redes sociais para comemorar a “força e a garra” da seleção alviceleste, que perdendo de 2 a 0, conseguiu numa espetacular virada derrotar o Egito por 3 a 2. Se vencer a Inglaterra, estará na final.
A Seleção do Brasil no governo de Lula, um ex-presidiário condenado por corrupção ativa e passiva, “entregou a bola” e acabou perdendo de 2 a 1 para a Noruega.
A torcida brasileira com “frustração e tristeza” não se conformou com a perda de um pênalti, bem no início do jogo e sobretudo com a falta de empenho tático da seleção na Copa.
Saudades do Brasil quando conquistou o tricampeonato mundial de futebol da FIFA, em 1970, ao vencer a Itália por 4 a 1.
Hoje, o Brasil, além de eliminado da Copa, vive uma situação econômica crítica pela escalada da Dívida Bruta até 81% do PIB e pelas sufocantes taxas de juros de 14,25% ao ano.
As investigações da Polícia Federal sobre os esquemas de descontos não autorizados dos aposentados e pensionistas do INSS, identificaram fraudes num total de R$ 6,3 bilhões.
O Brasil vive numa crise com as apurações dos elevados desvios de recursos das emendas parlamentares, justo quando o Planalto conseguiu que a CPMI do INSS encerrasse, sem aprovação o relatório final e sem convocar Fábio Lula da Silva, o Lulinha, filho do Presidente, para depor sobre o seu suposto envolvimento na bilionária “Farra do INSS”.
Que Deus proteja o nosso Brasil do lulismo no poder e a volta da verdadeira democracia dos bons novos tempos.

