4 de julho de 2022
Colunistas Ilmar Penna Marinho

O poder emana do povo nas ruas e no voto impresso

Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.

A frase é do discurso de posse do mais jovem presidente dos Estados Unidos: John Kennedy, na gelada manhã de 20 de janeiro de 1961.

O questionamento, 60 anos depois, ainda ressoa no coração e na mente do patriota.

Na luta da humanidade para sobreviver, as democracias vem sofrendo fortes pressões para desestabilizar os governos.

O Brasil, um país com uma população de 214 milhões, enfrenta desafios muito maiores para superar a pandemia do que os dos países ricos com populações bem menores, como a Inglaterra (53 milhões), a França (67 milhões) e a Alemanha(83 milhões).

O que podemos fazer pelo nosso país, ameaçado pelo maligno vírus da politização da pandemia?

Nos meus livros da TRILOGIA DO APOCALIPSE confio num futuro de paz para o Brasil.

É preciso que o povo brasileiro, devastado pela Covid, se conscientize da urgência de reverter a patética desarmonia dos Três Poderes, acirrada pela ambiciosa luta de poder.

De um lado, um Supremo, interferindo legislativa e politicamente no cenário institucional com decisões monocráticas, que só aumentam a insegurança jurídica.

O STF soltou um ex-presidente presidiário, condenado em todas as Instâncias. Invalidou com provas ilegais conquistas jurídicas contra a impunidade dos governos petistas e entronizou o voto eletrônico, sujeito a comprovadas fraudes.

O Legislativo, refém do STF, cumpriu a determinação de criar a CPI da Covid,com o objetivo de incriminar o Presidente da República pelas mortes da pandemia.

O senador, presidente da CPI, alçando-se juiz da moralidade pública, teve familiares presos por suspeita de desvio de verbas na área da saúde no Amazonas, onde foi Governador.

Apesar da turbulência da perseguição oposicionista ao Chefe da Nação no “quanto pior para Brasil, melhor para se chegar ao poder” e do negativismo da sórdida imprensa, engajada em recuperar as milionárias verbas públicas dos governos petistas, o Presidente Bolsonaro conseguiu implantar uma vitoriosa vacinação em massa, repondo o Brasil nos trilhos para a volta segura à normalidade.

A manchete do O GLOBO, e o seu subtítulo, denunciaram o pânico dos adversários derrotados nas urnas de 2018:

“José Dirceu volta a fazer política e pregar a união com centro e igrejas” e o “Condenado na Lava-Jato e com direitos políticos suspensos, ex-ministro tem falado sobre aliança ampla contra Bolsonaro”

Convicto de que “a esquerda não vai resolver as coisas sozinha”, Zé Dirceu conclamou criar uma “frente nacional com o apoio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dos evangélicos, da OAB e dos partidos de centro.”

Mandou o recado: – “Vamos tomar as ruas”.

Em defesa do nosso futuro, as redes sociais do bem partiram para a patriótica reação à ameaça do criminoso de tornozeleira.

Fizeram o que urgia fazer: mobilizar os brasileiros para prestarem solidariedade ao Presidente da República, eleito democraticamente, e dar um BASTA aos inimigos da Pátria.

Ocuparam as ruas do pais inteiro no dia 1 de agosto de 2021.

Nunca houve uma manifestação de patriotismo tão grandiosa e vitoriosa no Brasil, em prol do fortalecimento da democracia, do mandato do Chefe da Nação e do voto impresso auditável, único capaz de garantir eleições limpas.

Que Deus proteja o povo brasileiro na luta pela paz e pela união de todos!

Aos leitores interessados em conhecer mais sobre os livros da TRILOGIA DO APOCALIPSE, recomendo a leitura dos empolgantes romances policiais com suas diabólicas tramas de suspense e de ação que se desenvolvem na cidade de Angers, na França, na cidade toscana de Lucca, na Itália, e na maravilhosa cidade do Rio de Janeiro.

Se preferir, compre o livro direto na Amazon:

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Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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