Da irresponsabilidade de uns ao distanciamento de todos

As eleições municipais se realizaram, cumprindo o imutável calendário eleitoral.

Os guardiões da Constituição assim o exigiram, como indispensáveis e inadiáveis, sem conseguir “harmonizar, com sucesso, democracia e saúde da população”.

Antes dos dois turnos eleitorais, concluídos no domingo 29/11, a mortalidade por Covid-19 registrava uma estabilização e uma esperançosa queda da letalidade.

Nesse período, a grande mídia se concentrou nas pesquisas eleitoreiras dos candidatos, menosprezando o efeito cascata do “vírus chinês” nas votações municipais, que propiciou um brutal retrocesso na saúde pública: os números de óbitos dispararam e a superlotação dos hospitais virou um caos.

Algo surreal! As operações da Polícia Federal comprovaram que para “harmonizar democracia com saúde”, milionários recursos da gestão pública foram desviados para financiar as onerosas campanhas municipais. Além do bilionário Fundo Partidário, pago pelo contribuinte, foram usadas verbas de compras superfaturadas, antecipadamente pagas, e também de fraudulentos contratos de construção de hospitais de campanha, alguns sequer entregues.

Quantas mortes teriam sido evitadas, se não houvesse o oceano de fraudes?

Cadê a difamatória grande mídia, tão presente nas mentiras e tão omissa nas denúncias da criminosa corrupção, favorecendo o aumento da letalidade da Covid-19?

Teve de se conformar com as análises políticas pós-eleições municipais, que confirmaram o avanço dos partidos de centro e da direita e o “desastre” do Partido das Trevas, vulgo PT, destroçado pelo impeachment da ex-presidentA Dilma e pela corrupção do lulismo.

Pela 1ª vez, no regime democrático, o PT ficou de fora do 2º turno, em São Paulo, e perdeu em todas as capitais.

A grande mídia participou do feriado da Consciência Negra. Foi até Porto Alegre com a pauta de “instigar o povo à discórdia” e “ provocar conflitos”.

Se valeu de uma criminosa ocorrência num supermercado para forjar um flagrante de “discriminação racial”. Conseguiu incitar protestos de ódio em algumas capitais, que contestaram com violência o histórico caráter miscigenado e pacífico do povo brasileiro. O que só aumentou o repúdio pela volta das propagandas governamentais superfaturadas.

Com a prevista reabertura das escolas, com as praias lotadas, com os bares cheios e as “baladas clandestinas”, fervilhando em várias capitais do país, sem o uso obrigatório de máscaras e o total desrespeito ao distanciamento social, torna-se iminente uma decisão governo federal no rigor da lei, com reflexos a nível estadual e municipal.

Se a onda de irresponsabilidade de ALGUNS, prejudicando toda a população, continuar no Brasil, com o abusivo aumento de aglomerações e de protestos antipatrióticos nas ruas, insuflados ou acobertados pela sórdida mídia, TODOS nós seremos vítimas do inexorável endurecimento das medidas protetivas.

Foi o que aconteceu na Europa e nos EUA com o extenso radical lockdown, após a explosão de novos casos de Covid-19 e diante do “cenário mundial alarmante”, diagnosticado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nunca o famoso lema: “Um por todos, e todos por um” do romance “Os Três Mosqueteiros”, do escritor francês Alexandre Dumas, foi tão atual para enfrentar o colapso da humanidade.

Que Deus proteja e conscientize o povo brasileiro a caminhar TODOS UNIDOS na direção de salvar vidas humanas.

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