As fraudes assassinas matam mais do que o Coronavírus

Enquanto os países usam o lema a união faz a força para vencer a pandemia, o Brasil usa a quarentena para o odioso revanchismo político.

O “Guia da Farmácia”, dedicado aos profissionais da saúde, alertou para os prejuízos anuais de RS 14 bilhões com as fraudes. Com esses recursos desviados poderiam ser construídos 1.400 hospitais de campanha ou comprados 290 mil respiradores.

Proliferaram os crimes hediondos de compras fraudulentas de equipamentos e materiais, como máscaras, vitais para a proteção de médicos e enfermeiros na linha de frente. A corrupção está presente também na construção de hospitais de campanha não entregues ou inoperantes.

Quantas vidas humanas foram perdidas nesse vendaval de fraudes assassinas!!!

Onde está a grande mídia?

Está ocupadíssima na perseguição de não deixar o Presidente da República, eleito democraticamente, trabalhar. Jair Bolsonaro paga o preço por ter derrotado uma esquerda-comuniostoide, viciada em poder e corrupção, que favorecia a mídia amiga, às custas de pródigas verbas oficiais. Hoje, sem benesses, potencializa o embuste das notícias negativas e funestas.

Quantas vidas humanas foram perdidas nesse vendaval de fraudes assassinas!!!

Onde estão os togados da justiça suprema?

Sob os holofotes televisivos, os falantes super democratas, guardiões da Constituição, estão ocupadíssimos em desacreditar o Presidente da República. A liberdade de expressão só vale para os integrantes da Velha República, que tudo podem, até arruinar o país, como o fizeram impunemente durante 16 anos de governo. Preferem urdir “emboscadas” contra o Presidente, como o pedido de cassação no TSE da chapa presidencial Bolsonaro-Mourão, como as investigações prisionais contra legítimas manifestações democráticas de apoiadores e parlamentares pró-governo ou contra os fogos de artifício na Praça dos Três Poderes. Até contra a privacidade da reunião de ministros para torná-la pública e poder condená-la.

Foi tanta a roubalheira no combate à pandemia do Covid-19 no Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins, que as denúncias de corrupção praticados por Governadores e Prefeitos com o dinheiro público finalmente ganharam espaço nos noticiários dos jornais online.

A “Operação Placebo” da PF cumpriu buscas e apreensões no Palácio Laranjeiras e na residência oficial do Governador Wilson Witzel e na casa dele. Apreendeu os celulares da primeira-dama-advogada, que mantinha um “’vínculo estreito” com um empresário, preso, tendo “contratos de 129 milhões com o governo do RJ” na saúde.

A abertura unânime do impeachment do Governador Witzel na ALERJ traz a esperança de que nem tudo está perdido na recuperação da moralidade pública do RJ.

Onde estão suas ilustríssimas Excelências na grave crise sanitária?

Estão ocupadíssimas com a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da prisão, após a condenação na 2ª instância. Deputados de vários partidos se empenham em “afrouxar” a nova lei, de modo que a prisão nos crimes de corrupção só vigore a partir da promulgação da PEC. Um alívio geral: a lei só valeria daí para frente.

Este é o país que o Presidente tenta mudar, mas o revanchismo político não deixa.

Que Deus o ajude a vencer a Covid-19 e o ilumine a reconstruir um Brasil com paz e saúde para todos.

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