24 de julho de 2024
Adriano de Aquino Colunistas

A biblioteca do Planalto

Foto: Arquivo Google – gazetaweb.com

Por favor, me deem um escândalo, uma afronta à liberdade de expressão, um tsunami de corrupção, queima pública de livros,de bruxas, opositores etc.
Quero uma coisa realmente arrepiante, não essas declarações chinfrins do presidente e seus assessores, para eu sentar o sarrafo nesse governo.
Tem que ser uma brabeira! Algo terrível!
Eu nem votei nele! Portanto, sou um cidadão na tocaia.
Não basta acusá-lo de miliciano! Tem que desvendar! Ter segmento judicial e condenações.Como na Lava Jato!
Acho pouco apenas xingar o cara de bronco, iletrado e grosso e tentar ensinar-lhe boas maneiras.
No meu tempo de vida o que mais vi foi gente chinfrim alvorecer anos a fio no Palácio da Alvorada.
Isso não me anima! Não é suficiente!
Eu quero motivos fortes e consistentes para chamá-lo de nazifascista, capitão do inferno e carcamano.
Por que, francamente, deitar protesto sobre o manejo da Biblioteca do Palácio da Alvorada é uma piada🤣🤣🤣 que só excita iletrados.
Essa biblioteca tem um acervo de 3.406 obras que vão desde artes, filosofia, política e literatura.
Eu tenho quase isso!
Alguns amigos tem – e leem – o dobro e até o triplo desse acervo mixuruca.
E a visitação pública?
Quantos cidadãos fazem fila em frente ao Palácio da Alvorada para irem à Biblioteca?
Me poupem!
Quanto tiverem algo grandioso me acordem para LUTA

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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