21 de maio de 2022
Adriano de Aquino


Quando duas potencias nucleares fronteiriças se hostilizam,teme-se pelo pior!
Em poucos dias, 900 milhões de eleitores (😮) indianos estarão na maior fila do mundo para as eleições gerais.
Essa eleição acontecerá em meio às grandes tensões entre Índia e Paquistão.
No fim de semana, autoridades de Islamabad se mostraram apreensivas quanto uma nova “agressão” prevista para acontecer entre 16 / 20 de abril.
O bombardeio de noticias de um lado e de outro acontece alguns dias antes do início das eleições gerais da Índia em que o atual primeiro-ministro Narendra Modi espera ganhar outro mandato.
Ontem, Shah Mehmood Qureshia, ministro das Relações Exteriores do Paquistão, deu as caras na emissora estatal do Paquistão, para anunciar que Modi deu ‘luz verde’ para suas forças armadas atacarem alvos tanto na Caxemira como no Paquistão.
Narendra Modi e autoridades indianas rejeitaram imediatamente as alegações, acusando Qureshi de ser um agitador do “chicote da histeria de guerra”.
Dizem os analistas que os sinais hostis entre as duas potências nucleares subiu para níveis nunca vistos em décadas.
A tensão crescente disparou depois que um grupo militante baseado no Paquistão matou mais de 40 agentes de segurança indianas em um atentado suicida 14 de fevereiro na Caxemira, controlada pela Índia.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 Mam/ Rio de Janeiro, Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da Funarj, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /Funarte e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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