3 de outubro de 2026
Adriano de Aquino

Charlie Kirk

Em setembro de 2025, Charlie Kirk foi assassinado enquanto discursava em um evento ao ar livre na Universidade do Vale de Utah (UVU), em Orem, Utah, Estados Unidos.

Tyler Robinson, o assassino, efetuou o disparo mortal de uma posição elevada (um telhado próximo) durante o debate aberto com o público. Tyler foi preso. No correr das sessões de seu julgamento ele se declarou inocente das acusações, incluindo homicídio qualificado.

O que acontecerá com ele, condenado a morte ou pena perpetua em nada muda a tragédia real. Pior que isso!

Logo que circulou a noticia do assassinato de Kirk, vi algumas comemorações nas redes sociais aplaudindo o assassino.
Gente da pior espécie manifestou entusiasmo pelo assassinato do ativista conservador.

Aliás, ‘gente da pior espécie’ sempre comemora quando pessoas as quais não tem estofo moral e intelectual para confrontar diretamente, seja com argumentos bem elaborados e atitudes corajosas e corretas, são silenciadas violentamente e para sempre por terceiros e pelo terror.

A canalhice é tamanha que não bastasse o covarde assassinato, as hordas fanáticas insistem na covardia de destruir a viúva, magoar profundamente a filha (ela tinha 3 anos quando ele foi assassinado), o filho, nascido em maio de 2024 e a mãe de Kirk, com ofensas e intrigas familiares desprezíveis.

A coisa atingiu tamanha desumanidade que levou Kathryn Kirk, mãe de Charlie, a conceder rara entrevista à Vanity Fair rebatendo as alegações de um desentendimento familiar com Erika Kirk, onde afirmou categoricamente “que a perda do filho aproximou as duas mulheres e que Charlie ficaria chateado com o tratamento dado à esposa”.

“Nós a apoiamos incondicionalmente”, disse Kathryn Kirk à Vanity Fair em um perfil de Erika, rejeitando as alegações de que os pais de Charlie culpam a viúva por sua morte ou estão brigando com ela por causa do testamento e do futuro da Turning Point USA.

“Erika e eu, por causa do trauma, nos aproximamos ainda mais”, disse ela. “Conhecíamos Charlie de uma forma que ninguém mais conhecia. Podemos olhar nos olhos uma da outra e saber a profundidade do nosso desespero.”

Kathryn, que segundo a Vanity Fair evitou falar com jornalistas até então, disse que deseja manter sua privacidade e força para superar a dor de uma perda tão profunda.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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