
Confesso que minha preferência para a chapa de Flávio Bolsonaro seria o paulista Luiz Phillipe de Orleans e Bragança.
Não porque leva um título simbólico de “príncipe”, por pertencer à família imperial, mas porque tem um projeto de país.
Mesmo supondo que, em certa medida, poderia até ofuscar o titular, pelas aptidões e experiências múltiplas. É um homem preparado que tem uma vida pública ilibada. Seria uma espécie de J.D.Vance, sem arroubos extremistas, com uma pitada de Marco Rubio, pelas suas posições contrárias à imigração desordenada e à invasão islâmica no Brasil. Ele tem a visão do todo e seria mais uma alternativa puro sangue da legenda.
Mas desta vez, sequer foi cogitado entre tantos outros nomes elencados, de menor expressão. Talvez ele seja um nome avaliado para uma candidatura futura. Mas há outros também e isso é bom.
No entanto, o alagoano Alfredo Gaspar não deixa de ser um nome interessante e importante, dada sua trajetória na promotoria, sua jornada no combate ao crime organizado, como parlamentar e seu excelente desempenho na CPMI do INSS, que “mataram” no curso das investigações.
Resta saber se as próximas eleições serão validadas pela vontade popular ou se seremos surpreendidos por um golpe.
Não é à toa que a esquerda aparelhou o estado e as instituições. É um projeto de poder. Enganar e não entregar nada. Empobreceu o povo para torná-lo refém de ninharias na forma de auxílios e cotas. Uma vida indigna e dependente.
O brasileiro comum precisa despertar desse transe nefasto e validar seu rechaço ao regime de força que está sendo implantado no país.
Mais quatro anos de PT e o país estará fadado a tornar-se uma república moribunda e entregue à países oportunistas, que querem expandir seus territórios por aqui, explorar nossa economia e nos tornar definitivamente vassalos. É terrível constatar que estamos sendo governados pela escória do Foro de São Paulo.
Os números ruins todos já conhecemos, as táticas perversas que envolvem um judiciário corrupto também. Com as Forças Armadas não podemos contar, estão manietadas pelo esquerdismo e atuam vergonhosamente à serviço do sistema.
Então, só nos resta orar e perseverar porque uma revolução pela fome, não vai acontecer num país dessas dimensões.
Já foi difícil lutar contra a ditadura Vargas e São Paulo acabou sozinho e traído por outros estados. Não vai sangrar outra vez, como em 1932. Muito embora o faça enviando para o governo federal R$ 980 bilhões ao ano em arrecadação de impostos e, em contrapartida, receba de retorno apenas R$ 3,7 bilhões.
Mas é o povo quem decide e escolhe o mal pelo qual afeta sua vida. Por hora, apenas o voto é nossa ferramenta de luta pela democracia, mesmo que seja usado para eleger políticos que, no curso da vida pública, se esquecerão de suas promessas.
Lula não é eterno, está velho, mas os estragos que já fez e o sistema que implantou vão perdurar por vários anos. Deus nos ajude.

