Estamos em polvorosa por dois casos rumorosos – palavras em desuso – o do Banco Master do bandidão bem relacionado – alguns ainda o chamam de banqueiro – Daniel Vorcaro, que tentou escapar dos holofotes ao menos durante a falcatrua, mas que acabou como o Pato Pateta de Toquinho e Vinícius.
Na verdade, ele se imaginou farinha do mesmo saco com um bando de gente importante, mas se esqueceu que ninguém vai querer “carregá-lo” como “amigo” – afinal, como bem adverte o dito popular, “quem tem… tem medo…”
O outro caso é o do sigilo da conta do Lulinha (bem que nosso ex-presidia… digo, nosso presidente, “farejou” “cheiro de atmosfera” quando se tocou no nome do moço e foi logo avisando o sonso que: “Se fez cagada, vai ter que assumir” – ou algo no estilo.
A fina flor da escória (talvez seja melhor eu especificar que aqui estou me referindo à oposição) está adorando a ideia de colocar na fogueira suas excelências do STF, (Tofolli, “o jubilado”, Xandão, o “meu malvado predileto”, o Dino, que quis dar mão forte para o “filhote do amigo”) se cevando pelo muito que eles “deitaram e rolaram” em cima do “mito” – digo, do “mico et caterva” no episódio do “golpe de mestre” (Vorcaro deu nome ao mico… digo, ao mito, “um idiota”) …
Li num jornal que o Lulinha viajou com o “Careca do INSS” (“dize-me com quem andas e te direi quem és”…) de quem ganhou a passagem e estadia por lá – para ver se entravam no negócio da Erva – que, vai ver que, como era só para fins medicinais e sérios, deu em coisa alguma…
E, como por aqui “nada é tão ruim que não possa piorar”, li também sobre os nomes dos tipos que pretendem um revival na nossa política porque, diferentemente do que vaticinava meu falecido pai, nem sempre a “natureza é sábia”… (ele se referia a pessoas que são estéreis e, particularmente, se referia a alguém bastante próximo) e todos eles tiveram filhos que, tal como os do mito, saíram à sua imagem e semelhança – “a maçã não cai longe do pé”…
Estão prestes a debutar na nossa política os filhotes de Delúbio Soares e outros. Há muito tempo, lembro de ter visto uma entrevista de Eduardo Cunha, cuja filha já debutou, que me fez pensar que, se uma inteligência privilegiada assim fosse “do bem”, poderia fazer grandes coisas pelo país – que, convenhamos, é bem menos divertido e dá muito mais trabalho do que sacanear, roubar, se mancomunar.
Entretanto, sabedores da predileção brasileira de eleger presidiários ou ex-presidiário – todos os debutantes acabam por fazer outro tipo de opção, pois sabem que sempre cabe mais uma raposa nos nossos galinheiros – haja vista o Rio de Janeiro, com Garotinho, a Garotinha sua mulher, Sergio Cabral, Wilson Witzel, que já exportaram esse know-how para São Paulo – e nós encampamos, como se já não dispuséssemos de uma trempe do mesmo estilo!
O triste é ter a certeza de que o povo vai elegê-los com certeza, dada a falta de opção de figuras decentes, que, se é que serve de consolo, grassa pelo mundo todo.
N.A.: Jubilado – no meu tempo de escola e de faculdade, era jubilado ou chamado assim, quem tivesse duas reprovações, razão de eu ter chamado a Excelência dessa forma!



