
A comunidade católica está em luto pela morte do Papa Francisco.
O mundo sobrevive às guerras e às incertezas com as turbulências do tarifaço americano.
Já o Brasil, com dois anos e 4 meses de uma eleita ditadura vermelha, vive à beira da recessão econômica e do caos político.
Tendo banido as promessas de um “Brasil melhor” da milionária campanha eleitoral petista, a nação entronizou de vez a sangria ao patrimônio público e a corrupção, a exemplo do recém desvio de 6 bilhões de verbas no INSS.
As respostas à pergunta, “Você acha o Lula bem-intencionado?”, da recente pesquisa Quaest confirmaram a contínua queda da popularidade do chefe da nação, um ex-preso por corrupção, solto por Supremos Protetores.
Eles acobertam as implacáveis perseguições e prisões dos opositores, a começar pela cabeleireira, que pichou a Estátua da Liberdade com os dizeres “Perdeu, Mané” e foi condenada a 14 anos de prisão.
Reativaram o processo condenatório do ex-presidente Collor e fanfarronaram a sua atual prisão, em Maceió, onde cumpre a condenação de 8 anos e 10 meses da Lava-jato.
Em plena crise de credibilidade, o mandante Lula silenciou sobre a violação dos direitos humanos, ao endossar a invasão de um oficial de justiça no Hospital DF Star, em Brasília, para intimar o seu pior adversário, gravemente enfermo.
Desde a redemocratização, em 1988, o Brasil já coleciona três Presidentes da República presos (Lula, Temer e Collor) pelos crimes de corrupção.
A ocorrência de uma invasão hospitalar para que se cumpra uma intimação processual teve “forte repercussão internacional”, por ter sido gravada em vídeo, mostrando que a intimação ocorreu num leito da UTI, provocando o agravamento do quadro clinico do ex-presidente Bolsonaro num risco de vida à sua saúde e à democracia.
Que Deus e o novo Papa rezem pela reconstrução do Brasil.

