
Todos os convidados da festança, organizada com antecedência para vangloriar os gloriosos 45 anos do PT e os 2 anos de “cultivo” do governo Lula, já tinham chegado, antes do tornado da pesquisa Quest entrar noite adentro e bagunçar a festa na Zona Portuária do Rio.
Todos se indignaram com a bomba de que a popularidade do presidente Lula caiu de 52% para 47% e a sua reprovação cresceu: de 47%, para 49%!”
Na história do PT, nunca a rejeição presidencial foi tão humilhante.
Aconselhado a reagir: discursou, prometendo de tudo para reverter os resultados adversos.
Convocou a militância e os companheiros para a luta, sendo “o combate agora é na rua!”.
Temendo a piora da popularidade do governo, culpou o seu antecessor.
A conspiração do ódio o acusou de “golpista” num delirante atentado militar-policialesco, sem armas, sustentado por uma enganosa acusação da Procuradoria-Geral da União.
Tudo forjado e concatenado para consumar uma falsa culpabilidade e se obter a sua prisão.
A odiosa vingança do mandatário no poder é de um ex-notório condenado por corrupção ativa, enjaulado por 1 ano e 7 meses e solto por uma suprema cambalhota jurisprudencial.
Conta até hoje com a proteção togada, que importou para o Brasil a vexatória custódia protetora nazista, que prendia os inimigos, sem os devidos trâmites judiciais.
No fracassado evento, Lula aconselhou comer ovos de ema, ao invés da prometida picanha. Esquivou-se das promessas de campanha, como as de baixar a galopante inflação, as de conter os preços dos alimentos e as de segurar os juros, os mais altos do mundo.
Sobre o tal “cidadão” Trump que prometeu: “Tornar a América grande novamente”, criticou que ele “não foi eleito para ser o xerife do mundo. Ele foi eleito para governar os Estados Unidos e que governe bem. (…) , tanto como “nós vamos governar o Brasil”.
Que Deus proteja o Brasil na confraternização pacífica do dia 16 marco de 2025, em prol da bem-vinda redenção democrática e da urgente libertação da ditatura da esquerda.


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